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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Moura reforça a aposta na energia fotovoltaica

Este ano a Lógica, EM “poderá marcar uma evolução significativa em três áreas: o Laboratório Fotovoltaico, o Parque Tecnológico de Moura e a diversificação de actividades”, revela a Câmara de Moura, sublinhando que, em matéria de diversificação de investimentos, “a criação da TermoMoura, Lda, empresa destinada à promoção da instalação de uma central eléctrica solar de concentração térmica, a atribuição de PIP’s para a instalação de três novas centrais experimentais na área do município e as negociações com diversos investidores com o objectivo de poder vir a construir na área do Município de Moura novos centros electroprodutores de tecnologias diversas, abre novas perspectivas de intervenção à Lógica, E.M., no sentido da diversificação das actividades em que a empresa se encontra envolvida”.

ARPTA mantém estratégia de promoção do Alentejo

… porque os resultados têm sido positivos, tendo 2010 sido o melhor ano turístico de sempre para a região.

A Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) vai continuar a promover a região, com base num contrato celebrado com o Turismo de Portugal , nos mercados apontados como prioritários, a começar pela Espanha apontada como “o mercado prioritário”, a que se juntam os mercados Francês, Inglês, Alemão e dos Países Baixos, e, atendendo ao crescimento nos últimos anos do volume de turistas brasileiros e escandinavos, vai também promover a região nesses mercados, através de candidaturas a fundos comunitários e em parceria com os empresários.

É preciso continuar a investir em infra-estruturas

Sempre discordei dos que afirmam que a fase das infra-estruturas (básicas) estava ultrapassada, devendo as autarquias virarem-se para outras áreas, embora concorde com a apreciação, que ainda recentemente foi feita no Encontro de presidentes de Câmaras do Alentejo, de que existiram “três ciclos que se foram verificando, de forma progressiva e sequencial em todos os territórios – o das infra-estruturas básicas, o das infra-estruturas de desenvolvimento e equipamentos colectivos e, o actual, o da valorização do território e dos cidadãos”.

A minha discordância não tem a ver com o facto de hoje existirem outras prioridades a nível da actividade autárquica mas com a desvalorização que tal afirmação contém relativamente à necessidade de continuarem a ser feitos contínuos e grandes investimentos em infra-estruturas, a começar pelas básicas, designadamente nos sistemas de esgotos e de águas, alguns dos quais já deveriam ter sido substituídos, porque há muito foi ultrapassado o tempo da sua vida útil, dependendo esse investimento do estado em que se encontra a cobertura dos territórios e o estado de conservação em que se encontram as infra-estruturas.

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