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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Ourique assina protocolo para recuperação montado

Zé LG, 28.12.10

A Câmara Municipal de Ourique vai assinar com a Associação de Criadores de Porco Alentejano, Autoridade Florestal Nacional e o Instituto Nacional de Recursos Biológicos, um protocolo que visa a implementação de um projecto-piloto de recuperação e protecção do montado de sobre o azinho do concelho, numa cerimónia presidida pelo secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro.

 

 Pedro do Carmo, presidente da edilidade, refere que este “importante projecto” visa afirmar “o conceito estratégico” de Ourique - Capital do Porco Alentejano, justificando a importância do projecto que pode significar “um investimento entre 3 a 4 milhões de euros”, destinados a “promover a investigação e a experimentação com vista à execução de boas práticas de gestão florestal e de repovoamento”.

 

 

 

Câmara de Vidigueira afirma não dever nada à Câmara de Beja

Zé LG, 28.12.10

… porque ainda não foi concretizado o previsto no protocolo assinado em 15 de Setembro de 2009, entre os dois municípios.

Manuel Narra pediu na última quinta-feira à Câmara de Beja, em carta registada, os documentos que suportam a dívida e assegurou que na Vidigueira as dívidas estão “suportadas por documentos” e não em “retórica”. O autarca garante que quando tiver os documentos averiguará a “veracidade legal” e pagará a “hipotética” dívida à Câmara de Beja.

“Monteiros” contra imagem publicada na “Mais Alentejo”

Zé LG, 28.12.10

"A direcção do Clube Português de Monteiros vem

por este meio demonstrar profundo desagrado e tristeza

pela foto exibida na capa da revista "Mais Alentejo",

por demonstrar um total desrespeito e falta de ética sobre

tudo o que deverá representar uma jornada de Caça Maior.

 

Para além do animal apresentado não representar

o que se deve abater numa Montaria,

a posição em que se encontra demonstra

um profundo desconhecimento, por parte de quem a abateu,

de todas as regras que devem ser respeitadas numa Montaria.”

 

Leia o resto do comunicado aqui.

Empresário e empresas alentejanas entre os melhores do Comércio

Zé LG, 28.12.10

Para além do comendador Rui Nabeiro, da Cafés Delta, de Campo Maior, que foi contemplado com o “Prémio Mercúrio – O Melhor Comércio”, na categoria de Prestígio, como aqui divulgámos, também a Divinus Gourmet, de Évora, e a Mestre Cacau, de Beja, foram nomeadas para o Prémio Mercúrio, na Área Empresas do Comércio Alimentar, embora sem terem ganho o respectivo prémio.

 Este Prémio, que teve agora a sua segunda edição, é promovido pela Confederação do Comércio e Serviços e pela Escola de Comércio de Lisboa e "visa identificar, reconhecer e premiar entidades e personalidades que, em Portugal e de forma consistente, tenham contribuido para a valorização do sector do comércio e serviços e das profissões a este ligadas".

Lançadas publicações de investigação arqueológica em Moura

Zé LG, 28.12.10

Foram recentemente apresentadas, em Moura, duas obras fundamentais para o conhecimento da arqueologia do concelho, numa iniciativa conjunta do município e do Museu Nacional de Arqueologia, editor das duas publicações: «O Castro dos Ratinhos (Barragem do Alqueva, Moura) – Escavações num povoado proto-histórico do Guadiana, 2004-2007», de Luis Berrocal-Rangel e António Carlos Silva, e «Um conjunto cerâmico da Azougada – Em torno da Idade do ferro Pós-Orientalizante da margem esquerda do Baixo Guadiana», de Ana Sofia Tamissa Antunes. A investigação no Castro dos Ratinhos e a publicação a que deu origem foram apoiadas pela EDIA.

CDU contra todos em Sines

Zé LG, 27.12.10

A Assembleia Municipal de Sines aprovou por maioria as propostas de Grandes Opções do Plano 2011/2014 (GOP) e o Orçamento Municipal 2011, o valor total de 51 milhões de euros.

As GOP foram aprovadas com os votos favoráveis do SIM, do PS, do BE e do PSD e os votos contra da CDU.

Já o orçamento foi aprovado com 10 votos a favor do movimento SIM e um voto do PS, abstenções dos restantes membros do PS, BE e PSD e 3 votos contra da CDU.

Manuel Narra e Pulido Valente em confronto

Zé LG, 27.12.10

Questionado na última Assembleia Municipal de Beja, por parte da bancada CDU, se iria concretizar até final do ano a transferência do montante prometido para a Assembleia Distrital, Jorge Pulido Valente referiu que estava na expectativa de pagar já alguma coisa mediante as disponibilidades de tesouraria, mas que aguardava a liquidação de uma dívida de 34.000 euros por parte da Câmara Municipal da Vidigueira para poder concretizar essa transferência.

Depois de Manuel Narra ter acusado Pulido Valente de criar instabilidade na Assembleia Distrital, a afirmação deste de que a Câmara da Vidigueira deve 34.000 euros à de Beja, indicia um confronto entre os dois autarcas, que certamente irá ter novos episódios nos próximos tempos. Vamos aguardar para ver quem consegue aguentar a parada mais alta…

O sorvedouro do BPN

Zé LG, 26.12.10

O governo injectará mais 500 milhões de euros no BPN, anuncia o Público. . . Eles somam-se aos 4,8 mil milhões de euros já ali despejados após a sua nacionalização. O caso merece algumas observações:

1) O mesmo governo que deixou/deixa afundar centenas de empresas produtivas pelo país afora encontrou recursos vultuosos para salvar um banco insolvente – o contraste é chocante;

2) A nacionalização foi cuidadosamente circunscrita apenas ao próprio banco e não à sociedade que era sua proprietária (a qual supõe-se ainda ter património);

3) Os accionistas da holding proprietária do BPN (quem são?) foram assim poupados à nacionalização;

4) É lícito supor que esta nacionalização foi feita para evitar que o assunto fosse a tribunal, pois um processo de falência poderia tornar-se demasiado público para os interesses envolvidos;

5) O BPN ainda poderá exigir mais recursos do que os 5,3 mil milhões já recebidos, pois ninguém garante qual a dimensão do seu buraco.

In: http://resistir.info/