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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

WikiLeaks

A divulgação de documentos secretos da diplomacia dos EUA, mostrando como a se comporta, bem como a administração norte-americana, no relacionamento com os outros países e comportamentos incorrectos (para não usar outros adjectivos) de governos de diversos países, e a sua prisão preventiva pela polícia inglesa, na sequência de pressões de alguns governos a começar pelo dos EUA, veio colocar novamente na ordem do dia a discussão sobre a democracia e a liberdade.

O Presidente brasileiro, Lula da Silva, disse hoje que a detenção de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, é um acto "contra a liberdade de expressão", acrescentando que ele "estava colocando a nu um trabalho menor que alguns embaixadores fizeram". Putin, primeiro-ministro russo, também questionou se esta era a democracia que os países ocidentais dizem defender.

Não deixa de ser curioso que a veracidade dos actos constantes dos documentos revelados não esteja a ser posta em causa. As questões que estão a ser levantadas são a da eventual legalidade da forma como os documentos foram obtidos e a dos perigos que tal revelação pode trazer ao relacionamento entre governos e diplomacias.

E, assim, mais uma vez, procuram desviar a atenção dos conteúdos e da essência das revelações para aspectos formais, que sendo importantes não deveriam servir para esconder aqueles. Parece que a democracia e a liberdade são exercidas nos exclusivos interesses dos poderosos, sendo suspensas ou limitadas quando estes são postos em causa.

Assim não vamos lá…

O peso da economia paralela em Portugal aumentou de 9,3% do PIB em 1970 para 24,2% em 2009, somando então 31 mil milhões de euros, conclui um estudo da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP).

A maior parte dos portugueses (83%) acha que a corrupção aumentou em Portugal nos últimos três anos, segundo o Barómetro Global da Corrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) hoje divulgado.

Se qualquer um destes fenómenos por si já constitui um forte entrave ao desenvolvimento das sociedades, quando convergem bloqueiam-no. Estes, como outros problemas que afectam a nossa sociedade, são fatalidades nem são irreversíveis. Podem e devem ser combatidos com firmeza, criando mecanismos adequados à sua prevenção e repressão. Para tal é necessária vontade política, que não tem existido por parte de quem exerce o poder. Porque será?

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