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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Governo já começou a desagregar-se

O secretário de Estado da Justiça, que se demitiu na passada segunda-feira, fala em duas culturas que nem sempre convivem de forma pacífica no Ministério da Justiça, a «cultura política e a cultura judicial».

É a primeira pedra a cair do muro em que se transformou o governo de José Sócrates. Quando, quantas e quais cairão a seguir até ao desmoronamento final?

Um desabafo de António Murteira

Que um homem já começa a não aguentar com tanta sacanice à solta!

1.

A greve geral de dia 24 de Novembro, em Portugal, constituiu uma das mais belas manifestações de cidadania: uma das expressões de luta e participação universais do ser humano que lhe tem permitido evoluir na já longa caminhada de 200.000 anos desde a sua emergência em África.

O que de melhor e mais sincero há em Portugal, os homens e as mulheres que têm a dignidade e a coragem de se assumir, em defesa dos seus legítimos interesses, dos interesses dos que por alguma razão não querem ou não podem participar, dos interesses de Portugal, estiveram envolvidos na greve geral.

Pela segunda vez na história da democracia portuguesa, com génese na Revolução de Abril de 1974, desvirtuada com o golpe do 25 de Novembro de 1975 (que conduziria à desgraçada situação em que nos encontramos), assistimos a uma muita larga unidade dos trabalhadores (do operário ao magistrado, do professor ao médico) e dos seus sindicatos, o que não deixa de ser motivo de orgulho e de esperança para todos os que não querem voltar a tempos de indignidade, que ventos ruins anunciam por toda a Europa.

2.

Os principais órgãos de comunicação social, da televisão aos jornais (Público, Diário de Notícias, Correio da Manhã, I, e outros) às revistas (Visão e outras) trataram nas primeiras páginas e de forma destacada a questão da greve, independentemente do posicionamento que sobre ela tenham proprietários, editores e jornalistas.

A comunicação social em Espanha e noutros países da Europa trataram o assunto com a elevação e o respeito a que os trabalhadores de um país têm direito por parte de uma mentalidade democrática e minimamente culta, com uma visão universal da vida e das sociedades humanas, dando-lhe significativo destaque e atribuindo-lhe um significado importante no actual contexto nacional e internacional.

Contexto em que os países e os povos se debatem contra a ganância, a corrupção e a desumanidade dos especuladores financeiros de toda a ordem, do famoso mercado capitalista (bancos, seguradoras, bolsas, multinacionais, ou instituições internacionais do capitalismo, como o FMI)

3.

Vivo e sou de Évora e, apesar de não me surpreender, não deixou de me indignar que o único jornal diário da cidade, o Diário do Sul, nem no dia da greve geral, nem no dia seguinte, tenha uma linha sequer sobre a greve geral e os seus nobres objectivos!

Merece reflexão a atitude bossal, provinciana (querer tapar o sol com uma peneira…) e carente de cultura de quem no Diário do Sul ordenou um tal acto de censura e escamoteamento de um acontecimento de inegável interesse jornalístico, como de inegável interesse regional, nacional e internacional.

Que não tenham pena os trabalhadores de Évora e do Alentejo, onde a greve teve expressões bem significativas: participaram com dignidade e coragem num acto cívico em defesa dos interesses nacionais e da dignidade humana.

A todos as minhas mais calorosas felicitações de cidadão desta bela região, deste belo país, deste belo mundo, que são o nosso Alentejo, o nosso Portugal, o nosso Planeta Terra!

António Murteira - Cidadão. Autor.

Recebido por e-mail.

6º CROSSALVITO volta a realizar-se em Vila Nova da Baronia

Companheiros e amigos!

 


Mais uma edição dum Corta-Mato que se tem afirmado como do melhor que se faz por esse Alentejo. Tradicionalista por natureza, consegue ser belo e rijo ao mesmo tempo. Com variedade de terrenos, desníveis, valas, cotas e zonas rápidas tudo se mistura para que o pessoal saia mais preparado para a época de competição que se aproxima.
Este ano recria-se o circuito dos últimos Campeonatos do Alentejo de Corta-Mato (2010) em Vila Nova da Baronia.
Venham que não se arrependerão. Serão bem recebidos como sempre.


Abraço,
Joaquim Patrício (962960322) – CNA.

Exigimos factura da electricidade SEM EXTRAS

Na factura de electricidade, há custos impostos ao sector que resultam de opções políticas e medidas legislativas. Mas se estes “Custos de Interesse Geral” fossem reduzidos em 10%, estaríamos perante uma redução na factura na ordem dos 5%, em vez de um aumento de 3,8 % num serviço público essencial, como a electricidade.

Para muitas famílias, os aumentos em simultâneo em várias áreas de consumo pode ser dramático. Por isso, exigimos cortes nos custos extra que pesam na factura mensal da electricidade.

Junte-se ao nosso protesto. Assine aqui a petição para dar força à nossa intervenção junto do Governo e da Assembleia da República.

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