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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Paulo Barriga novo director do Diário do Alentejo

Num comunicado emitido esta tarde AMBAAL, é dado a conhecer que o júri escolheu, por unanimidade, Paulo Barriga como o candidato que "melhor defendeu um projecto para o jornal" em termos de estabilidade futura.

Jorge Pulido Valente, presidente do Conselho Directivo da AMBAAL, disse que o perfil do jornalista e o projecto por este apresentado são os que “melhor se enquadram no projecto traçado”, acreditando que dentro de quinze dias, Paulo Barriga “assuma as funções”.

Paulo Barriga irá ocupar o lugar de João Matias, o actual director demissionário, que por decisão do Conselho Directivo da AMBAAL de 9 de Dezembro de 2007, ocupava o cargo desde 1 de Janeiro de 2008 e que, na sequência dos resultados das últimas eleições autárquicas, colocou o seu lugar à disposição da administração. 

Ao Paulo Barriga desejo os maiores êxitos e que consiga reafirmar o Diário do Alentejo de acordo com o património que representa e a região necessita. O desafio não vai ser fácil por todas as razões há muito identificadas, agravadas com este tempo de “vacas magras” e equilíbrios muito instáveis. Boa sorte!

Aguardam-se esclarecimentos da Câmara de Beja

Câmara utiliza indevidamente verbas dos condomínios e prejudica inquilinos

Os Vereadores da CDU consideram anómala e inaceitável a situação da Câmara Municipal de Beja reter, nalguns casos durante muitos meses, o dinheiro que recebe dos inquilinos dos diversos bairros onde existem condomínios, não o entregando imediatamente, como devia, à loja do condomínio, criando indevidamente problemas a quem tem de prestar os serviços, o que levou a que uma dessas entidades tivesse interrompido a limpeza nos prédios da Rua Sousa Porto informando os moradores que ‘a limpeza aos prédios foi cancelada, a partir de 12/11/2010 devido à falta de pagamento da Câmara Municipal de Beja dos serviços prestados pela loja do condomínio respeitantes aos meses de Julho, Agosto, Setembro e Outubro’ e afirmando ainda retomar os mesmos ‘assim que a Câmara Municipal de Beja proceder á regularização do pagamento’.

 

Contactos com município barrados

Os Vereadores da CDU na Câmara de Beja questionaram ainda o presidente sobre os motivos que levaram a que nos últimos dias os contactos destes eleitos com os diversos serviços do município tivessem sido literalmente barrados.

Chamaram a atenção para a necessidade de verificação da situação que consideram insólita e a necessidade de ser corrigido de imediato ‘o problema’ para não terem de voltar ao método de envio de cartas com aviso de recepção ou por protocolo.

Os eleitos da CDU não admitem,  para já, que este facto tenha a ver com a intenção de impedir o acesso directo aos trabalhadores via e-mail, mas também não excluem essa possibilidade.

 

Estes são dois resumos de tomadas de posição dos vereadores da CDU na Câmara de Beja, recebidos por e-mail. Pela gravidade das situações aguardam-se esclarecimentes do Executivo da Câmara de Beja.

Que lhe seja exigido trabalho e resultados

A sensação que fica após ler a notícia completa, é de que muito pouco foi feito, além da parte escolar.
São estudos e mais estudos, com entidades sem dúvida credíveis, mas que já no passado não trouxeram nada de novo, como é o caso das Terras Dentro.

Quando à parte das escolas, sem dúvida a grande aposta deste executivo. Várias questões têm sido postas aqui neste blog desde há anos, e que partem sempre do mesmo pressuposto.
Será que o concelho de Alvito tem ou terá população escolar no futuro para as manter abertas, e se for o caso, a funcionar de forma idónea e com qualidade?

As más-linguas locais dizem que em relação à primeira parte, só se for com a vinda de mais elementos para a comunidade cigana e depois na profissional com o aumento de estudantes dos PALOPs.
E em relação à segunda, é uma missão quase impossível.

Quanto aos aspectos de desenvolvimento económico, aí as coisas parece que irão mesmo mal. E de que é prova, o facto de que quando não se sabe o que fazer, encomendam-se estudos e mais estudos.
Pois não se vislumbram ideias ou qualquer tipo de solução, que não passe pelos concelhos limítrofes. Estes sim, com ideias e estratégias bem claras e que embora por vezes demorem na sua realização, o que é verdade é que as têm.

Em relação aos passeios e visitas a onde quer que seja. Enquanto o orçamento camarário tiver verbas, irão sem dúvida continuar. Mas, se os cortes continuarem e as transferências do Poder Central diminuírem, que fazer?
Mantê-los à custa de outros serviços da autarquia porventura essenciais?

Por último, espero que não vejam aqui nenhum outro tipo de crítica, a não ser construtiva. E até de certo modo, uma ajuda no sentido que todo o concelho se una em volta da sua autarquia e do seu presidente. Mas também que lhe seja exigido trabalho e resultados.

Comentário de Gaudencio, deixado aqui, a 17 de Novembro de 2010 às 21:39

Funcionários autárquicos processam presidentes

O STAL vai avançar com processos de responsabilização civil contra os autarcas que não aplicaram o Sistema Integrado de Avaliação e Desempenho (SIADAP) nos respectivos municípios ou voltaram atrás na opção gestionária que permitiu aumentos salariais aos trabalhadores das autarquias.

"A decisão de avançar para tribunal está tomada e a melhor forma de o fazer está a ser analisada pelos nossos juristas", disse ao DN José Manuel Marques, da direcção nacional do STAL. Os processos poderão visar dezenas de presidentes de câmara em todo o País. Em causa estarão situações como, por exemplo, as de Elvas ou Castelo Branco, onde foram anulados os aumentos salariais anteriormente aprovados. As duas autarquias decidiram, igualmente, exigir aos funcionários a reposição das verbas recebidas de forma "indevida".

Veja aqui os pormenores de mais esta estória rocambolesca em o governo, com as suas claras decisões, envolve as autarquias e os seus eleitos.

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