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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Dormidas & Manjares

É mais um roteiro editado e distribuído com a revista Mais Alentejo (nº 101).

 

São 31 os alojamentos e 45 os restaurantes de todo o Alentejo apresentados neste roteiro, para que somos convidados: "Venha daí conhecer os Manjares de qualidade e as Dormidas de excelência do Alentejo. E já agora na companhia de um irrecusável vinho Alentejano!"

Mais Alentejo nº 101

Já está nas bancas a edição 101 da revista Mais Alentejo, que traz como tema de capa: "Para quando aviões no céu de Beja?"

Na capa é, ainda, feita a chamada para outros temas tratados nesta edição:

- "José Eduardo Bettencourt. Acredita que o Sporting será campeão." - afirma na grande entrevista.

- "Casa do Páteo. Arquitectura e design na planície."

- "Monsaraz Museu Aberto. Cenário irresistível de arte e cultura."

Outros temas que mercem destaque:

- Montargil é o lugar visitado;

-João Teresa Ribeiro é o autarca entrevistado.

"de desgraça em desgraça"

Governo encerra 701 escolas e transfere 10 mil alunos.

Não é uma perfeita surpresa mas os números assustam. Depois das maternidades, dos centros de saúde, correios e outras delegações chegou a vez das escolas. Talvez pensem que podem simplesmente encerrar todo o interior e transferir uns milhares (de pessoas) para umas reservas junto à costa? Vendemos o que resta aos espanhóis que eles andam doidinhos a encher tudo de olival. mmm que tal, ó gente da minha terra?

 

Copiado daqui.

Direcção do PCP deve explicações ao Partido e aos eleitores

Defendo a renovação e rejuvenescimento das organizações em geral e do PCP em particular. Mas também defendo que tal não se deve fazer a qualquer preço e muito menos para mascarar o primeiro daqueles dois princípios. Ou seja, usar o rejuvenescimento - a substituição de quadros menos jovens por outros mais jovens -, para dar a entender que se está a renovar - ideias, princípios, programa, propostas, políticas, prática, funcionamento, organização -, mantendo tudo, mais ou menos, na mesma ou, pior ainda, acentuando tudo o que tem contribuído para dificultar uma maior afirmação da organização (PCP) e do seu desenvolvimento junto público-alvo (eleitores).

O rejuvenescimento não deve ser um fim em si mesmo mas deve contribuir para a renovação da organização (PCP). Se se substitui um quadro menos jovem, embora ainda dando provas da sua capacidade de entender, interpretar e intervir sobre a realidade com o objectivo de a melhorar, tornando-a mais consentânea com os objectivos apontados, por outro mais jovem mas menos capacitado e/ou com ideias mais retrógradas não se está a contribuir para a renovação.

Não conheço João Ramos nem ponho em causa as suas capacidades e ideias, pelo que não ponho em causa que possa vir a ser um bom deputado.

Mas conheço José Soeiro e o trabalho que desenvolveu como deputado (para além de todo o seu percurso anterior) e julgo que, partilhando a opinião de muita gente, incluindo adversários políticos, se pode afirmar que foi, senão o melhor, um dos melhores deputados pelo Distrito de Beja. Então porque foi substituído? Por ser velho, com 63 anos? Porque "vai continuar noutras frentes de luta"? Para "cumprir a vontade da Direcção Central" do PCP?

Mas nesta substituição, as dúvidas não ficam por aqui. Porque não foi chamada a substituir José Soeiro a segunda da lista de candidatos, a Maria da Fé? Não é também jovem? Não é também da DORBE? Não tem capacidade para desempenhar o cargo? Então porque integrou a lista no segundo lugar? Foi apenas para cumprir a quota?

A CDU apresentou uma lista ao eleitorado, segundo uma certa ordem. Quando os eleitores votaram nela fizeram-no no pressuposto de que, salvo motivo de força maior ou com justificação compreensível, os eleitos cumpririam o seu mandato na legislatura. E, também, no pressuposto de que se o(s) eleito(s) fosse(em) substituído(s) o seria(m) por quem estivesse a seguir na lista, salvo motivo de força maior ou com justificação compreensível.

Não tendo sido cumpridos estes pressupostos (compromissos com o eleitorado) a Direcção Central do PCP, cuja vontade, de substituir José Soeiro ao fim do primeiro ano da legislatura, foi cumprida, deve explicações e justificações ao Partido – aos seus militantes – e aos eleitores. Se não o fizer rapidamente a Direcção Central do PCP está a contribuir, uma vez mais, para quebrar a relação de confiança que deve manter com o Partido e este com os eleitores.

Instalação de oleões arranca nas sedes dos municípios

No âmbito do projecto Oil.Net, desenvolvido pela RESIALENTEJO, vão começar a ser colocados, entre os meses de Agosto e Outubro, 69 oleões nas sedes dos municípios associados àquela empresa intermunicipal e à AMCAAL, para que “seja cumprida a situação legal em que os municípios têm que criar sistemas de recolha e tratamento dos óleos alimentares usados”, explicou António João Colaço, o presidente da RESIALENTEJO.

Noites ao Relento animam Castro Verde

Entre 30 de Julho e 20 de Agosto, a Câmara Municipal de Castro Verde proporciona à população um conjunto de noites animadas onde os espectáculos de rua são o mote para que a população saia de casa e aproveite a serenidade das noites quentes de Verão. As Noites ao Relento vão animar a Praça da República, em Castro Verde, já a partir do próximo dia 30, com o concerto da Big Band ao Sul, com início marcado para as 21h30.

A AMBAAL vai “começar a trabalhar num plano de transportes regionais”

A revelação feita por Jorge Pulido Valente, presidente da Associação, que acrescenta que este plano vai permitir perceber “as necessidades que existem e a forma como devem ser geridos todos os transportes regionais, de maneira a que todas essas componentes da mobilidade possam ser integradas e possam constituir inclusive um factor de desenvolvimento económico” e ajudar a “fazer uma racionalização daquilo que são os transportes na região” podendo poupar também em “termos de recursos e podendo oferecer muito maior disponibilidade de transportes para toda a gente”.
Vinte anos depois de ter lançado esta ideia, espero que seja concretizada agora, podendo a região, as autarquias e, principalmente as populações mais carenciadas muito beneficiar com a sua implantação no terreno.

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