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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O povo não reage?

"O povo saiu à rua para festejar a vitória do Benfica e eu, apesar de ser do FC Porto, não achei mal. As pessoas têm o direito de ficar alegres.

O povo saiu à rua para ver o Papa e eu, apesar de ser agnóstica, não acho mal. As pessoas têm direito à sua fé.

O povo vai à Covilhã espreitar a selecção e eu, apesar de não ligar nenhuma, não acho mal. As pessoas têm direito ao patriotismo.

O governo escolhido pelo povo impõe medidas de austeridade umas atrás das outras, aumentando os impostos e não abdicando dos mega investimentos. O povo não reage. Não sai à rua. Reclama à boca pequena e cria grupos zangados no Facebook.

É triste que este povo, que descobriu meio mundo, não imprima à reivindicação dos seus direitos a mesma força que imprime à manifestação das suas paixões."

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Porque é que cá não acontece o mesmo?

Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.

Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.

A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.

Museu da Alfaia Agrícola de Estremoz reabre ao público

O acervo do Museu da Alfaia Agrícola vai ser transferido do antigo edifício da EPAC onde se encontra, para um armazém pertencente à mesma empresa, situado na zona industrial de Estremoz, e irá reabrir ao público no final de 2011 ou no primeiro semestre de 2012.

Considerado como o “mais importante” espaço etnográfico existente no Alentejo, o Museu da Alfaia Agrícola encerrou em 2004, devido à elevada degradação do imóvel, pois "era impossível garantirmos a segurança de quem nos visitava", afirmou Hugo Guerreiro, director do Museu Municipal de Estremoz.

Hugo Guerreiro espera que a nova localização do acervo seja apenas provisória e confessou que o seu sonho era que este fosse transferido para a "Casa das Fardas", situada junto ao castelo. "Nesta zona há estacionamento, bons acessos, fica localizado junto ao Museu Municipal de Estremoz, Pousada, e, desta forma, era possível criar mais um ponto de interesse e até de revitalização e recuperação desta zona".

O museu nasceu após uma mostra da antiga lavoura do concelho, que decorreu em 1979 durante as festas da Exaltação da Santa Cruz, em Estremoz, e em 1987 a colecção foi exposta no local onde se encontra ainda hoje. Em 17 salas, os visitantes poderiam observar os equipamentos que caracterizam um cenário de vida rural, nomeadamente, arados, charruas e outras alfaias, selas, arreios, medidas, entre outros!

Comentários recentes

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    Concordo a 1000% com M. Frade.Pode-se, rádios, jor...

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    Foi a conclusão que EU tirei. Mas não fui o unico....

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