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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Digam lá o que têm a dizer!

Por alguns comentários que aqui (muitas vezes em alvitres que nada ou pouco têm a ver com o assunto) têm sido deixados percebe-se que existe, pelo menos da parte de alguns, uma grande vontade de criticar a acção deste novo Executivo da Câmara Municipal de Alvito.

Nalguns desses comentários são atacados, por vezes de forma menos correcta, alguns trabalhadores da Autarquia. Sempre defendi que as críticas devem ser feitas às políticas e aos políticos que as idealizam e põem em prática e não aos trabalhadores que são meros executantes das orientações que daqueles recebem.

Assim e tendo em conta que passaram seis meses sobre a tomada de posse dos actuais autarcas, convido todos os interessados a dizerem de sua justiça e criticarem tudo o que entenderem que deve ser criticado, tendo como única limitação a necessidade de evitar calúnias, injúrias e ofensas. O anonimato permite uma maior liberdade de expressão mas não autoriza que, por essa razão, se ataquem as pessoas.

Vamos a isso: Digam lá tudo o que têm a dizer!

Resultados do Concurso de Desenho Infantil "A Biodiversidade"

Dos desenhos concorrentes, promovido pela 27ª Ovibeja, num total de 386, provenientes de 13 escolas do país, foram premiados os seguintes:

1° Prémio colectivo aos alunos das professoras Assunção Furtado e Isabel Silva, da EB 2/3 São Vicente, Vila do Bispo;

2° - Maria Isabel dos Santos Tibúrcio Paixão Cordeiro — EB 2/3 André de Resende, Évora;

3° - Gabriel Santos — Escola Básica e Secundária de Albufeira;

4° - Pedro Oliveira Ribeiro — Escola de São João do Sobrado;

5° - Maria Quintanilha Fernandes Bicho Cruz — EB 2/3 Garcia d'Orta, Castelo de Vide;

6° - Nuno Joaquim Marujo Figueira — Agrupamento de Escolas de Santa Maria, Beja;

7° - Diogo Figueira de Matos Rafael, EB 2/3 Dr. Isidoro de Sousa, Viana do Alentejo;

8° - Carolina Alexandre Carrapiço Pato, Escola Básica Integrada de Amareleja;

9º - Adriana Cristina Martins de Sousa, Agrupamento de Escolas do Couto Mineiro do Pejão;

10° - Jessica Filipa Santana Velez, EB 2/3 São João Batista, Campo Maior.

BE defende a rejeição do projecto da Refinaria de Balboa

Segundo o que o BE apurou, o Ministério de Ambiente espanhol ainda continua a avaliar o projecto de construção e exploração de uma refinaria de petróleo, designada de Refinaria de Balboa, prevista para o município de Santos de Maimona, em Badajoz, na Extremadura espanhola, o que não se justifica perante o tempo longo que já se passou e que só tem contribuído para alimentar incertezas que prejudicam as populações e as perspectivas de desenvolvimento destes territórios, condicionando a actividade de autarquias e de promotores de projectos sustentáveis de interesse local, pelo que o BE entende que o Ministério de Ambiente português deve exigir que as autoridades espanholas tomem uma posição rápida sobre o projecto e decidam sobre a sua rejeição, considerando os riscos existentes e o prejuízo que traz para as populações e territórios em causa.

Retirado de um comunicado do BE.

Cibergado arrematado na OVIBEJA

Para quem possa ainda não saber os vencedores do CIBERLEILÃO DE GADO da 27ª OVIBEJA foram:

Animal

 

 

Preço Real

(Avaliador)

 

Preço Mais Aproximado

 

 

Nome do Vencedor

 

Carneiro de Raça Merina Preta

 

 

 

154,63 €

 

 

154,02 €

 

Catarina Penedo Valente

-

ana.penedo@infarmed.pt

 

Cabra de Raça Serpentina

 

 

94,77

 

 

90,00 €

 

Tiago Perloiro

(Amareleja)

tperloiro@gmail.com

 

Ovelha de Raça Campaniça

 

 

67,34

 

 

67,00 €

 

Elizabete Rosa

(Beja)

bete.65@sapo.pt

 

Porco de Raça Alentejana

 

 

229,45

 

 

222,00€

 

Liliana

(Pavia)

lilibeja9o@hotmail.com

 

Touro de Raça Garvonesa

 

 

897,83

 

 

800,00€

 

Nuno Santos

(Oeiras)

bornes@clix.pt

 

 

A pesada herança

Tornou-se frequente ouvir políticos – primeiro-ministro e outros governantes, presidentes de câmara e outros autarcas -, mas também presidentes e outros dirigentes de misericórdias e outras entidades de assistência, de clubes e de outras colectividades, recentemente empossados nas suas funções, falarem na “pesada herança”.

Parece evidente que para uma efectiva prestação de contas dos seus mandatos importa que, no seu início, façam um balanço exaustivo e correcto da situação que encontraram e dela dêem público conhecimento. Trata-se não só de um direito mas também de uma obrigação a informação e prestação de contas pelos responsáveis das instituições.

Coisa bem diferente e cada vez mais frequente por parte de alguns é “fazer render o peixe” da “pesada herança” que terão recebido, divulgando informações “a conta-gotas” e em momentos considerados mais oportunos e sempre com grande carga dramática, porque “as dívidas são muitas”, “não existem planos, nem projectos, nem candidaturas”, “a estrutura está anquilosada e não existe organização”, “há trabalhadores a mais e os que existem têm pouca formação e “são da cor” dos que os antecederam”, “as infra-estruturas, equipamentos e instalações estão muito degradados” e tudo o mais de que se lembrem ou os lembrem.

Com toda esta dramatização pretendem, por um lado, acentuar as críticas à anterior gestão – “mais incompetente do que parecia” -, por outro lado, abrir o caminho a todas as mudanças que entendam fazer, por mais desajustadas que sejam, designadamente despesas dificilmente justificáveis e contratação de pessoas das suas áreas e simpatias, apresentadas como muito qualificadas e competentes e absolutamente necessárias ao cumprimento dos seus programas, cujo incumprimento passa a ser “justificado” pela “pesada herança” que receberam.

É evidente que, para além dos correligionários e outros apaniguados que são capazes de encontrar mais justificações do que os próprios responsáveis para todas as situações que acabei de referir, existe “muita boa gente” bastante crédula, distraída ou desatenta, que aceita, mais ou menos, como boas todas as justificações apresentadas pelos detentores do poder, principalmente quando estes se encontram no “estado de graça”.

Por outro lado, os vencidos, por mais explicações, justificações e demonstrações que apresentem para a situação que deixaram, porque “caíram em desgraça”, não são ouvidos com credibilidade e os seus argumentos são facilmente transformados em “dívidas de mau pagador”.

Só isso explica que este estratagema da “pesada herança” seja tão frequentemente usado e com algum sucesso, pelo menos no início dos mandatos.

Apesar desse relativo sucesso, a utilização desse estratagema acaba, mais cedo ou mais tarde, por se virar contra os seus utilizadores. Quer porque caiem, com frequência, em contradição, não agindo de acordo com o que a situação por si apresentada recomendaria, quer porque, quase sempre, no fim do seu mandato a situação é bem pior do que “a pesada herança” que receberam dos seus adversários.

Mas, lá diz o velho ditado, “enquanto o pau vai e vem folgam as costas”, e, por isso, continua a haver muita gente que insiste nesse velho e muito batido argumento da “pesada herança”. A democracia e a credibilidade da política e dos políticos nada lhes ficam a dever. Mas também não é isso, certamente, que os move.

Porque se fosse, seguramente o seu comportamento seria outro. Não deixariam de apresentar o balanço do início do mandato, tornando tão clara quanto possível a verdadeira “herança” que receberam, mas reafirmariam que foi exactamente por isso que se candidataram e mereceram a confiança dos eleitores e que irão redobrar o seu empenhamento na resolução dos problemas que encontraram, de forma a corresponderem não só às expectativas dos que neles votaram mas de todos. Mas isso não está ao alcance de todos, por muito que queiram e há quem não queira mesmo.

Alvito, 18 de Abril de 2010

 

Publicado no nº 99 da revista Mais Alentejo.

Revista Mais Alentejo acabou de publicar o seu número 99

A edição número 99 da revista Mais Alentejo,

que acabou de ser publicada,

traz uma bonita capa com um cartoon de Carlos Rico,

intitulado "Ao romper da bela aurora",

sobre alentejanos nos Descobrimentos.

Na capa é feita a chamada para:

- "Barrancos. Capital do presunto, não vive só de toiros";

- "Adega da Cartuxa. Percurso vinícola pelo prazer do silêncio";

- "Ammaia. Reescrever a História no Norte Alentejano".

O protagonista entrevistado é José Ribeiro e Castro,

deputado do CDS, de que foi fundador e líder.

Nas Adegas trata da Courela dos Aleixos, um projecto familiar

do casal Maria do Rosário e José António Narra,

na Amareleja.

Comentários recentes

  • Anónimo

    alguém pode dizer onde é este lugar?

  • Anónimo

    Concordo a 1000% com M. Frade.Pode-se, rádios, jor...

  • Quim

    Foi a conclusão que EU tirei. Mas não fui o unico....

  • Anónimo

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