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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

BIBLIOTECA MUNICIPAL RAUL DE CARVALHO

Se há coisa que eu sinta
Com amor e terror
São as coisas que falam
Do meu Alentejo
(Raul de Carvalho, Tautologias, 1968)

Considerando que:
a) - o poeta e pintor Raul de Carvalho (1920/ 1984) é um dos mais distintos intelectuais alvitenses e um dos maiores poetas portugueses do século XX;
b) - a vila de Alvito e o Alentejo têm, no Poeta, um dos seus mais inspirados cantores;
c) - Raul de Carvalho traz, já hoje, à vila de Alvito o interesse e a presença de investigadores universitários, interessados no aprofundamento e na revisão críticos da obra de Raul de Carvalho;
d) - é urgente promover a fruição, conhecimento e difusão da sua obra pelo público em geral e especialmente pelos leitores mais jovens, principais frequentadores da Biblioteca Municipal;
e) - o seu espólio, doado à Biblioteca Municipal de Alvito, estará em breve disponível para consulta e contém, neste momento, uma quantidade já notável de manuscritos inéditos que constituem a mais valiosa colecção da Biblioteca Municipal;
f) - na actual designação da Biblioteca Municipal de Alvito (Luís de Camões), não se encontram especificamente plasmadas a identidade e os valores culturais de Alvito;
os signatários, leitores, estudiosos e amigos do artista, poeta Raul de Carvalho,
pedem à Câmara Municipal de Alvito, na pessoa do Senhor Presidente, que reponha a justiça, atribuindo à Biblioteca o nome de
BIBLIOTECA MUNICIPAL RAUL DE CARVALHO

 

Este é o texto de uma petição on-line, que pode ser assinada aqui.

Ai os malandros...

O primeiro-ministro reuniu com o nóvel líder do PSD, a pedido deste, e, no final do encontro, anunciou que ia reduzir o valor do subídio de desemprego.

A ministra do Trabalho (?) veio, no dia seguinte, afirmar que aquela medida não se destina a reduzir a despesa mas apenas a fomentar o regresso dos desempregados ao trabalho.

Ou seja, há empresas que despedem trabalhadores e empresários que encerram empresas, mas, para os governantes e o líder do PSD, os trabalhadores desempregados são uns malandros que não querem trabalhar. A oferta de trabalho, com salário e condições justas, é abundante, como toda a gente sabe...

Se a hipocrisia (para não lhe chamar outra coisa bem menos simpática) pagasse imposto as contas públicas não estariam da situação em que se encontram.

Nunca o ataque à dignidade dos trabalhadores atingiu níveis tão indecorosos.

Comentários recentes

  • Anónimo

    O Lagar é uma pena (o que não se fazia com 3,5 mil...

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

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