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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

É tempo de retomar e cumprir Abril

Na Sessão Comemorativa realizada na Assembleia da República, o PCP lembrou que as desigualdades e as injustiças aprofundam-se ao invés de serem combatidas, à pobreza de tantos contrapõem-se as mal explicadas fortunas de muito poucos. José Soeiro, deputado eleito por Beja, que interveio em nome do PCP, terminou assim o seu discurso:

Sejamos claros. Os problemas gravíssimos que afectam o País não resultam da natureza progressista da Constituição da República, da existência constitucional de um sector público na economia, da salvaguarda de direitos sociais fundamentais dos trabalhadores e das populações ou do modelo de representação, partilha e interdependência do poder institucional. Bem pelo contrário, os problemas que temos são o resultado do incumprimento da Constituição.
É tempo de retomar e cumprir Abril, é tempo de respeitar, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República e não de pensar na sua subversão. É tempo de fazer corresponder as políticas concretas às belas palavras que todos proferimos em momentos solenes como o presente. É tempo de governar com o povo e para o povo pois só assim podemos dignificar e dar sentido à política. Só assim podemos credibilizar e prestigiar a Democracia que tem que ser política mas também económica, social, cultural e sobretudo participada. Só assim salvaguardaremos a nossa Soberania e a nossa independência nacional. Só assim seremos dignos do mandato que o povo nos confiou.

1º passo para acabarem com o Comboio no Alentejo?

Mas o que é isto?
Parece que ninguém está preocupado com o real problema que foi dado a conhecer a muita gente através deste post...
O que é que o Paiva ou 25 de Abril e os comunas têm a ver com este assunto?
O problema é grave, deixar de haver comboios do Alentejo para Lisboa vai afectar muita gente, desde os mais novos até aos idosos.
Discutam o assunto e deixem as "politiquices" para outros artigos.
De qualquer forma estou solidário com os que vão ser prejudicados com esta atitude da CP.
As Câmaras de todo o Alentejo deviam no mínimo reunir-se e lutar para que isto não aconteça.
Acaba por ser o 1º passo para acabarem com o Comboio no Alentejo.
Mas sinceramente não estou espera que a nossa Autarquia e as outras façam qualquer coisa.
Será que a Autarquia tem conhecimento deste inconveniente? Será que pode intervir?
Ao menos pode tentar...

Comentário de lmsm a 25 de Abril de 2010 às 01:49, deixado aqui.

 

Desafio os utilizadores do inter-cidades, que visitem o Alvitrando, a deixar aqui os seus comentários acerca deste pertinente assunto.

Cavaco aproveita 25 de Abril para piscar o olho à Esquerda

"A sociedade portuguesa é hoje mais justa do que aquela que existia há 36 anos. No entanto, persistem desigualdades sociais e, sobretudo, situações de pobreza de exclusão que são indignas da memória dos que fizeram a revolução de Abril", notou o chefe de Estado, numa intervenção na sessão solene na Assembleia da República que assinala a comemoração do XXXVI aniversário do 25 de Abril.
Lembrando que o 25 de Abril foi feito em "nome da liberdade" e de uma sociedade mais justa e solidária, Cavaco Silva reconheceu que é nessas áreas que "porventura" o balanço destas três décadas de democracia se revela "menos conseguido".
Contudo, frisou, "a sensação de injustiça é tanto maior quanto, ao lado de situações de privação e de grandes dificuldades, deparamos quase todos os dias com casos de riqueza imerecida que nos chocam".
A este propósito, o Presidente da República recordou uma passagem da sua mensagem de Ano Novo em 2008, quando referiu que "sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e da necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores".
Reconhecendo que este seu alerta não foi "bem acolhido por alguns", Cavaco Silva disse não estar surpreendido que "agora sejam muitos os que se mostram indignados" com os prémios, salários e compensações que, segundo a comunicação social, são concedidos a gestores de empresas que beneficiam de situações vantajosas no mercado interno. 
Retirado daqui.

 

Pertinentes e oportunas palavras do PR, que, no entanto, não podem ser desligadas das eleições presidenciais, que se realizam no início do próximo ano, nas quais tentará atrair eleitorado do centro-esquerda e mesmo da esquerda.

Grândola Vila Morena

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra d’uma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

Canção de Zeca Afonso, usada como senha para a saída do MFA para a Revolução do 25 de Abril de 1974.

E Depois do Adeus

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

 

Canção (vencedora do festival da canção de 1974), com composição de José Niza, com música de José Calvário, interpretada por Paulo de Carvalho, que serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974.

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