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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Se não forem tomadas medidas urgentes grande parte do país pode ficar despovoado”

afirma Manuel Castro e Brito, em entrevista que pode ler  aqui, cuja introdução é:

Falta um mês para que a 27ª Ovibeja abra as portas. De 28 de Abril a 2 de Maio a cidade de Beja vai receber, mais uma vez, milhares de visitantes. Manuel Castro e Brito, da Comissão Organizadora, diz que, apesar da crise, a resposta dos expositores é idêntica a anos anteriores e que a Feira vai ser “um sucesso”. Sobre o actual ministro da Agricultura, Castro e Brito considera que “há mais diálogo, mas a máquina do ministério continua emperrada”. O presidente da ACOS – entidade organizadora da Feira – critica também as grandes superfícies comerciais “por onde passa 85% por cento do que consumimos” mas que “secam tudo à sua volta”. Castro e Brito diz que, por isso, não é de estranhar que os donos dessas cadeias de distribuição sejam “dos homens mais ricos do mundo”, concluindo que é preciso ser-se claro quanto ao tipo de sociedade que se pretende: “a que preserva o ambiente e a agricultura” ou a que “só dá lucros aos gurus financeiros”.

Rendeiros do Carvalhal e Comporta manifestaram-se pela renovação de contratos de arrendamento

Rendeiros do Carvalhal, freguesia de Grândola, e da Comporta, freguesia de Alcácer do Sal, que exercem a sua actividade na área da Herdade da Comporta, integrada no grupo Espírito Santo, que reivindicam a renovação dos seus contratos na opção de arrendamento rural, juntaram-se e, em mais de 50 veículos percorreram as estradas entre as duas freguesias e manifestaram-se junto a uma organização internacional de hipismo. Pretendem encontrar garantias para continuar a sua actividade agrícola, orizícola principalmente, que já foi dos seus pais, que já foi dos seus avós, naquelas terras, muito antes do grupo Espírito Santo existir. Estão preocupados com o futuro e com as suas famílias. E acreditam que o turismo é compatível com a continuidade da sua actividade. Vão continuar a lutar por isso e procuram o apoio das autarquias.

Pinturas rupestres em gruta sob o altar de Ermida de Alegrete

Uma equipa da Licenciatura e do Mestrado de Arqueologia da Universidade de Évora (UE) descobriu um conjunto de pinturas rupestres esquemáticas de cor avermelhada numa gruta, cujo acesso se faz através de uma pequena porta oculta sob o altar da Ermida de Nossa Senhora da Lapa, espaço de culto erguido nos campos circundantes à vila de Alegrete, no concelho de Portalegre.

Ainda que parcialmente cobertas por cal, estas pinturas, do período do Neolítico e Calcolítico, revelam uma continuada sacralização do espaço, ao qual está associada uma antiquíssima lenda relacionada com um cavaleiro medieval. "As pessoas visitam aquele espaço todos os anos, principalmente quando se realiza a romaria em honra de Nossa Senhora da Lapa, mas a comunidade não sabia bem o que ia visitar, nem tinha conhecimento daquelas pinturas", relatou Jorge Oliveira, professor responsável pelos trabalhos de arqueologia da UE, que considera aquela ermida construída entre os séculos XVI e XVII de "elevado interesse religioso" e de "elevado interesse etnográfico" o culto desenvolvido pelos populares em redor de uma lenda relacionada com um cavaleiro medieval.

"Do ponto de vista patrimonial (igreja, gruta e pinturas rupestres) é de uma importância extrema este achado"… "A gruta tem um potencial arqueológico interessante que nos vai possibilitar uma escavação que nos poderá levar à identificação de que tipo de vivencias ou depósitos arqueológicos é que estão no chão desta gruta".

A equipa vai iniciar, hoje, os primeiros trabalhos de estudo daquele sítio histórico, no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Junta de Freguesia de Alegrete e a UE.

"Uma arma de arremesso"

é como diz sentir-se Pedro Calhordas, designer, depois do Parecer Jurídico solicitado pelo actual executivo da Câmara Municipal de Estremoz ao Gabinete Jurídico da autarquia, que refere que durante o período em que exerceu o cargo de deputado municipal "prestou diversos serviços à autarquia, na área do design e produção gráfica" o que terá violado o Estatuto dos Eleitos Locais, sendo a infracção punida com perda de mandato.

Pedro Calhordas referiu não querer "acreditar que a solicitação deste documento por parte do executivo camarário tenha alguma coisa a ver com política", mas a sensação que tem é que está a ser "utilizado como arma de arremesso contra o Partido Socialista" e não pensa que poderá perder o mandato depois de ter sido eleito democraticamente pelos estremocenses.

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