Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Cumprimos os objectivos propostos:
- 3 lixeiras (lixo devidamente separado e depositado no aterro sanitário)
- criação de pontos de referência (6) para recolha de lixo (grandes dimensões) por parte da Câmara Municipal
- muita diversão.
é o nome da campanha lançada pela Fundação Odemira para promover a eleição do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) como uma das Sete Maravilhas Naturais de Portugal.
O PNSACV é uma das 21 maravilhas candidatas à última fase de votação para a escolha das sete maravilhas naturais de Portugal. O concurso está organizado em sete categorias diferentes, elegendo-se uma maravilha por categoria. Em cada uma delas concorrem apenas três maravilhas para eleger uma, sendo os adversários do PNSACV o Parque Nacional da Peneda -Gerês e a Reserva Natural da Lagoa do Fogo (Açores), incluídos na categoria Zonas Protegidas.
A votação pode ser feita de diferentes formas sendo de todas a mais fácil e rápida através do site da Fundação Odemira (www.fundacao-odemira.pt), onde está já disponível uma ligação directa ao sistema oficial de voto.
Jorge Manuel Gaspar, geógrafo, de 67 anos, venceu o prémio Universidade de Lisboa 2009/2010, o único prémio de uma universidade do país. Integrou o lote de cinco finalistas com Boaventura de Sousa Santos (sociólogo), António Galopim de Carvalho (geólogo), José Mattoso (historiador) e Luís Archer (geneticista), de um total de 33 candidaturas, mas o júri formado por personalidades ligadas à ciência, cultura e jornalismo elegeram-no por unanimidade.
Este prémio distingue todos os anos uma individualidade portuguesa ou estrangeira (se trabalhar no País há cinco anos), cujos trabalhos sejam de reconhecido mérito científico/cultural e contribuam para o progresso das áreas e para a projecção internacional do País. "O que faz a diferença deste prémio é o distinguir-se alguém, não apenas pela excelência, mas por também deter uma carreira universitária de vulto, reconhecimento que só costuma ser dado quando essa carreira é feita no estrangeiro", explica o reitor da Universidade de Lisboa e presidente do júri, António Nóvoa.
O júri justificou a sua decisão com a "qualidade do trabalho científico realizado ao longo de uma carreira académica nacional e internacional", destacando ainda "o modo notável como se projectou ao longo de décadas de forma construtiva no apoio à elaboração de políticas públicas no ordenamento do território". É um dos principais nomes da geografia em Portugal e viu assim ser reconhecido o seu extenso trabalho na área. Mas para o antigo professor o prémio também recompensa os seus antecessores - como Orlando Ribeiro que considera como o seu mestre no estudo da geografia - e sucessores. Para Jorge Manuel Gaspar foi uma surpresa ter sido o eleito, até porque nem sabia que era candidato. O geógrafo considera que o seu trabalho para o ordenamento do território e urbanismo terá pesado na escolha do júri, mas preferiu realçar o reconhecimento que a distinção da Universidade de Lisboa dá à geografia. "Antes do 25 de Abril havia poucos alunos. Era um curso de pequenas dimensões, mas Orlando Ribeiro deu um conhecimento importante do território no século XX. Hoje é diferente e temos grandes mestres", salientou.
Agradeço ao Manuel Maria Barroso a notícia, que pode ser lidaaqui, partilhando o “orgulho muito especial” que todos devemos sentir no momento em que um alvitense de opção foi galardoado com um dos prémios de maior prestígio atribuídos em Portugal.