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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Espero ter o Museu na minha terra”, em Vila Nova da Baronia

Feliciano Joaquim Carvalho, natural de Vila Nova da Baronia, concelho de Alvito, completou este mês 70 anos, reside no Barreiro há 41 anos, na freguesia do Lavradio.

Os seus trabalhos de miniaturas são uma viagem pelas suas memórias de infância. Trabalhos marcados pela perfeição técnica e por uma grande beleza e criatividade.

Começou a sua vida profissional como Pedreiro, trabalhando como o seu pai, até à idade de ir para a vida militar, onde concluiu um Curso de Desenhador. Após concluir o período de vida militar foi para a Base Aérea de Beja, onde desempenhou funções de Fiscal na Força Aérea Portuguesa. Em 1968 iniciou a sua actividade como Desenhador em Lisboa, no Estado-Maior da Força Aérea, função que exerceu até ao ano de 1994, quando se reformou. 

Após a reforma, dedicou-se a criar miniaturas, de grande uma qualidade artística, através das quais recria as suas memórias de infância. A sua obra é um legado que permite reviver a autenticidade da nossa cultura.

Os seus trabalhos em miniatura, que poderão ser observados entre 6 e 10 de Março, na SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, no Lavradio, concelho do Barreiro, estiveram em exposição no Mercado do Lavradio, foram um encanto para os alunos do Ensino Básico que visitaram o espaço da Loja Um - o Monte Alentejano, o Forno do Pão, o Forno do Tijolo, a Serração, a Matança do Porco, o Lagar da Azeite, a Eira, a Nora -, muitas memórias de uma vida, tudo recriado com perícia e detalhe, que se confunde com a vida real.

Esperemos que o desejo do artesão/artista se concretize em breve. Aqui fica o desafio às autarquias locais.

Trabalhadores da Somincor saem à rua

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira realizou plenários nos três turnos de ontem e vai manter a luta. Desde o passado dia 16 que os trabalhadores das Minas de Neves-Corvo estão em greve, por tempo indeterminado de 2 horas por dia, no início de cada turno, exigindo o aumento de 100 euros no valor do subsídio de fundo e o pagamento da compensação do dia de Sta. Bárbara, nomeadamente os 50% em falta do ano de 2009 e a garantia da totalidade da compensação nos anos seguintes.

Jacinto Anacleto, coordenador da direcção do Sindicato afirmou que “os trabalhadores querem continuar a greve uma vez que a administração da Somincor se mantêm intransigente”, salientando que “Os trabalhadores das Minas em Castro Verde vão dar expressão de rua à sua luta se o conflito não estiver resolvido”.

"Ai de mim! parto amanhã para Portalegre!”

escreveu José Régio a um seu amigo, há 80 anos, nas vésperas de partir para aquela Cidade do norte Alentejano.

A Comissão Organizadora para as Comemorações dos 80 anos da chegada de José Régio a Portalegre está a promover um ciclo de conferências no Castelo de Portalegre, a segunda das quais intitulada “A Recepção da Obra de José Régio em França” terá lugar hoje, pelas 18 horas, na qual será orador o Professor Doutor Fernando Carmino Marques, professor de Língua e Cultura Portuguesa no Instituto Politécnico da Guarda.

As seguintes conferências terão lugar a 11 de Março pela Professora Doutora Maria da Natividade Pires do Instituto Politécnico de Castelo Branco sobre o tema "Monstruosidade e Perfeição na Obra de José Régio", a 30 de Abril pela Professora Maria José Ascensão do Instituto Politécnico de Portalegre sobre o tema “José Régio - algumas personagens femininas de Histórias de Mulheres", a 28 de Maio pela Professora Paula Morão da Faculdade de Letras de Lisboa com o tema "José Régio diarista - o Diário de José Régio" e a 25 de Junho por Dr.ª Elisabete Pereira da Fundação Arquivo Paes Telles sobre o tema "Mário Saa e José Régio".

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