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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Traz outro amigo também

Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também

 

Em terras
Em todas as fronteiras
Seja benvindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também

 

Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também

 

Zeca Afonso

23 anos de saudades do Zeca

Hoje, 23, fazem 23 anos sobre o desaparecimento de José Afonso, uma das vozes maior da canção e da luta pela liberdade em Portugal. É elementar recordar o seu exemplo de antifascista, de professor, de dinamizador cultural, de músico, de poeta, de entrega à causa da construção de uma sociedade mais justa. Recordo a sua deslocação a Moura, no princípio da década de 80, talvez 82 ou 83, não consigo dizer com precisão, para a realização de um espectáculo, na piscina municipal, num palco sobre a água, em madeira, montado pelas equipas municipais, numa organização da Câmara Municipal de Moura. Foi um dos momentos marcantes do meu crescimento. Ainda mais tarde participei na homenagem realizada em Grândola por ocasião das comemorações dos 25 anos da Revolução de Abri, com a inauguração de uma estátua do escultor António Trindade e a atribuição do seu nome ao Complexo Desportivo Municipal. Fica a ligação para a Associação José Afonso. Até porque começa a cair no esquecimento e das referências.

 

Aqui fica, com a devida vénia, a homenagem do Rafael Rodrigues no seu Rente à relva.

Sindicato e Governador Civil de Beja de "costas voltadas" na greve dos mineiros

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira acusa, em carta aberta, o Governador Civil de Beja de fazer declarações que em nada contribuem para a resolução do conflito laboral na Somincor, que se arrasta já há alguns dias. Manuel Monge “repudia” o ataque que lhe é feito e que não está “do lado de ninguém, mas sim do trabalho e do Alentejo”.

Os trabalhadores reivindicam um aumento de 100 euros no subsídio de fundo, que é atribuído aos trabalhadores que trabalham no fundo da mina, «o pagamento dos 50 por cento em falta da compensação do dia de Santa Bárbara» de 2009 e «a garantia do pagamento da compensação na totalidade este ano e nos próximos anos».

“Alentejo Salgado e Doce”

é o título do novo livro de poemas de Francisco do Ó Pacheco, antigo presidente da Câmara e Assembleia Municipal de Sines, editado pela 100Luz, que vai ser lançado no próximo dia 25, pelas 21 e 30 horas, na Biblioteca Municipal de Beja, com a apresentação a cargo de Eduardo Raposo, historiador, director da revista "Memória Alentejana" e fundador do Centro de Estudos Documentais do Alentejo - CEDA.

“Alentejo Salgado e Doce” é o terceiro livro de poemas do autor siniense, depois de “Luena da Praia”, em 2003, e “A ilha das Batas Brancas”, em 2005. O autor publicou ainda “Crónica da Primeira Greve Ecológica em Portugal”, em 1999, “Textos Escolhidos - Poder Local Democrático - 25 anos”, em 2001, e “Crónicas de Beja”, em 2007.

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