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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Exige-se mais respeito pelas pessoas

Existem situações que me irritam mesmo. Uma delas é a falta de respeito pelas pessoas, principalmente quando quem falta ao respeito é quem, para além da obrigação cívica, tem a obrigação legal de respeitar as pessoas.

Uma dessas situações, seguramente uma das mais frequentes, é a insuficiente, inexistente ou inadequada sinalização rodoviária aquando da realização de obras em estradas ou arruamentos.

Dou só dois exemplos.

Em Beringel andam a fazer a rede de esgotos pluviais, segundo me parece, porque ainda não vi qualquer placa com essa indicação, o que obriga a abrir buracos e valas e, consequentemente, a criar dificuldades ao trânsito. Um dia destes as obras impediam o trânsito na rua que dá acesso a Trigaches e nalgumas perpendiculares e a única sinalização colocada era a de trânsito proibido, o que obviamente se percebia, mas não havia qualquer indicação sobre por onde circular e por onde sair para aquela aldeia vizinha.

Noutro dia, ao regressar de Alvalade, decidi fazê-lo pela estrada dos Gasparões, para ver algumas explorações agrícolas e uma central solar foto voltaica, quando, depois de alguns quilómetros percorridos, me deparo com obras na estrada, que se encontrava na situação que a fotografia mostra, sem qualquer sinalização.

Pergunto: Terão as pessoas de adivinhar que existem obras em curso, que dificultam a circulação, e os caminhos alternativos?! Exige-se mais respeito pelas pessoas. Neste caso das autarquias, que devem colocar ou exigir que os empreiteiros coloquem a sinalização adequada.

Fábrica Mariano Lopes, da UCASUL, em Alvito

Imagem da fábrica, incluindo a expansão efectuada, há alguns anos, para tratar os resíduos dos lagares da região, depois de terem sido reconvertidos.

Imagem de uma nova "piscina" para receber o aumento de resíduos produzidos nos novos lagares construídos na região, devido ao aumento significativo da área de olival.

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    Tem razão! No entanto é necessário não perder voz,...

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