Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Afirmou Carlos Pinto de Sá, economista e presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, em entrevista ao DN GENTE, acrescentando:
Mesmo no âmbito de uma economia de mercado, as UCP tinham possibilidade de competir porque o salto que promoveram foi impressionante. No regadio, na selecção das raças do gado, na contabilidade e nos efeitos das condições de vida sobre outros serviços na região, como a habitação e comércio.
Sim (as UCP eram viáveis) e podiam concorrer no mercado. Os dados oficiais mostram que todas as 550 UCP terminaram com lucro, e isto sem contarem com o apoio do Estado - principalmente na fase final - e acesso a fundos comunitários. Saiu a sorte grande a duas mil famílias de proprietários que receberam as terras quando entra em vigor a Política de Agrícola Comum, que paga para não se produzir e que arrecadam verbas muito significativas. Há alguns casos, mas muito pontuais, de proprietários que desenvolveram um projecto.
Como é que os "outros" vêem o Alentejo?
Como quem cá está o vive?
O que se pretende do Alentejo enquanto espaço integrante do território nacional?
O que pretendemos nós que cá habitamos, que o Alentejo venha a ser?
Há síntese possível?
O que é possível fazer, "nós" e os "outros" para que essa "síntese" seja viável?
Será possível desenvolvimento sem educação?
Qual a educação que temos?
É satisfatória?
Se não, o que fazer?
Será possível sem regionalização?
Queremos sustentar o nosso desenvolvimento em que sectores?
Com que enquadramento?
Micro/pequenas/médias empresas, ou pelo contrário apostar na criação de um tipo de estruturas que atraiam grandes investimentos?
Qual o papel da cultura num novo contexto?
Apostar no turismo?
E o ambiente?
Como conseguir um território multipolar?
Que relações com a Estremadura Espanhola?
Que papel exigir das forças políticas tradicionais?
Chamá-las à discussão, ou exigir que as suas estruturas organizem debate interno e disponibilizem depois as suas conclusões/propostas?
Criar uma meta e elaborar caminhos para a atingir, ou pelo contrário começar pelas fundações e só depois assumir objectivos?
Pela parte que me toca estou motivadíssimo para esta discussão.
A organização da eleição das «7 Maravilhas Naturais de Portugal» revelou a lista de 77 pré-finalistas da iniciativa, durante a qual cada uma das sete categorias vai ser disputada por 11 locais.
O resultado do processo pode ser conhecido na página oficial da iniciativa (www.7maravilhas.sapo.pt). Do Alentejo, foram escolhidos para esta fase o Pulo do Lobo (Mértola), o Vale do Guadiana (Mértola/Serpa), o Cabo Sardão (Odemira), a praia da Zambujeira do Mar (Odemira), os montados de sobro e azinho de Avis e a Serra de Marvão.
situado na Rua Serpa Pinto, à semelhança dos já criados na Aldeia de Rouquenho/ Gasparões, Fortes e Aldeia de Ruins/Olhas, com o objectivo de servir os utentes inseridos no projecto de Animação de Idosos, promovendo a dinamização, recolha, preservação e divulgação cultural local em particular o património imaterial.
O Ecomuseu de Redondo, em colaboração com o Centro de Estudos da Avifauna Ibérica (CEAI), leva a efeito no próximo dia 13, uma saída micológica ao "Mundo dos Cogumelos".
Para mais informações e inscrições, os interessados deverão contactar a organização até ao dia 11, através do telefone 266746102 ou do endereço electrónico cbloise@ceai.pt.
Segundo uma nota interna assinada pelo presidente da CCDRA, João Cordovil, "já está definida a composição da nova Equipa Dirigente da CCDR ALENTEJO, sendo Vice-Presidentes a Drª Lina Jan e a Drª Paula Nobre de Deus, que em breve iniciarão funções. Está igualmente definida a nova composição da Comissão Directiva do INALENTEJO, sendo os novos Vogais o Dr. Manuel Nobre (Vogal Executivo) e a Prof. Drª Joana Neves (Vogal não Executivo). Mantêm-se em funções os Vogais indicados pelos Municípios, Fernando Caeiros (Vogal Executivo) e Alfredo Barroso (Vogal não Executivo). Como é do vosso conhecimento o Presidente da CCDRA preside, por inerência, à Comissão Directiva do INALENTEJO".