Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Fez ontem, 6 de Janeiro, Dia de Reis, exactamente 15 anos que um grupo de jornalistas juntou várias dezenas de convidados numa adega da Vidigueira para lhes apresentar um novo projecto editorial,abrangendo todo o Alentejo, que durou vários anos e que se consubstanciou numa revista e num jornal semanário.
O projecto tinha começado a delinear-se na Primavera anterior e juntou 15 jornalistas ou pessoas ligadas à comunicação social de todo o Alentejo:António Carrapato, António José Brito, António Pedro, Carlos Júlio, Carlos Neves, Conceição Rego, Dores Correia, José Frota, José Luís Jones, José Manuel Rodrigues, Luís Rego, Paulo Barriga, Paulo Nobre, Pedro Ferro e Raul Oliveira. A este grupo, embora não fossem sócios da empresa (que fomos obrigados a constituir para efeitos legais), estiveram sempre ligados vários profissionais, desde o início, como o António Cunha, o Paulo Nuno Silva, o Raúl Ladeiras e vários outros, espalhados por toda a região.
Orgulho-me de ter sido colaborador desde o primeiro número, se a memória não me atraiçoa, do Imenso Sul com uma crónica regular, a convite do meu amigo Carlos Júlio, principal mentor do projecto e director.
Jorge Pulido Valente, presidente da Câmara Municipal de Beja, informou que “os auditores referem indícios claros de desaparecimento de material”, devido à “incorrecta gestão”, e saída de materiais para “obras fictícias”, e falou em “procedimentos incorrectos, desorganização e falta de controlo”. Os problemas já haviam sido detectados em 2008 mas não terão sido corrigidos.
A Câmara de Beja decidiu ontem denunciar o protocolo de suporte à Universidade Sénior, que envolvia o município, a Cooperativa Cultural Alentejana e a Associação de Defesa do Património de Mértola, porque não constituía uma “mais-valia” para a Universidade, de acordo com Jorge Pulido Valente, que acrescentou que na primeira fase do acordo foram disponibilizadas verbas cujo destino está por “identificar”. A Câmara de Beja vai agora “legalizar” a Universidade, uma vez que esta não “existe como instituição”.
Miguel Ramalho, o vereador da CDU, reagiu dizendo que relativamente ao desaparecimento de materiais no Parque de Materiais “as afirmações do presidente da Câmara são ridículas e só servem para denegrir a imagem do anterior Executivo” e que quanto ao protocolo de suporte à Universidade Sénior Pulido Valente “mente descaradamente sobre esta matéria”.
O programa "Preto no Branco", da Rádio Voz da Planície, desta semana tem como convidado José Catalino, da Direcção Regional do Alentejo (DRA) do PCP, para falar sobre temas relacionados com a região, a partir das 18h15.
O simpósio organizado pelo ministro da Emigração e da Identidade Nacional, Éric Besson.
Mário Soares meteu o socialismo na gaveta, José Sócrates enterrou-o. Os socialistas do P”S” acomodam-se e os “outros” sentem-se orgulhosos…
Porque não mudam o nome de PS para PNC – Partido do Novo Capitalismo?
Que diz a isto Manuel Alegre? Deixou de “dizer não” e passou a “nim” e agora passa a “dizer sim” para conseguir o apoio de Pinto de Sousa e do P”S” à sua candidatura a candidato a Belém?