Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Como se partiu uma haste dos óculos que tinha há alguns anos, aproveitei para ir ao oftamologista graduar a vista e comprar uns óculos novos, que escolhi tendo em conta o preço, rejeitando logo à partida outros por serem mais caros.
Ao pagar – € 815,00 -, não pude deixar de me interrogar: E se apenas recebesse o salário mínimo nacional? Durante dois meses vivia do quê? Podem-me dizer que podia ter escolhido outros mais baratos, mas as lentes, que não escolhi, custaram cerca de € 500,00… Será que comprei um artigo de luxo?!!!
É estranho (ou talvez não) que aqueles que tanto criticaram a anterior Câmara Municipal de Beja, de maioria CDU, de nada ou pouco fazer para que o Aeroporto de Beja fosse rapidamente construído e posto a funcionar com gestão com participação regional nada digam perante o novo adiamento ”para o ano” na conclusão e no licenciamento do Aeroporto e na falta de interesse que parece haver nele por parte de companhias aéreas low-cost.
Será que a culpa continua a ser da Câmara, de maioria PS, ou ainda é “dos comunistas que não querem o desenvolvimento”? Não estarão ainda reunidas todas as condições para que o desenvolvimento da região ande sobre rodas, apesar do PS continuar no governo e ter a maioria das autarquias da região?
O Grupo Parlamentar do PS pretende iniciar em Beja uma “reflexão serena e séria sobre a questão da regionalização”, reafirmou Francisco Assis. O líder da bancada socialista defende que esta matéria deve ser tratada com “ponderação e rigor”. Em cima da mesa vão estar questões como os objectivos da regionalização, o financiamento das regiões, a sua articulação e o reforço da coesão nacional. Este “é um assunto que deve merecer o maior consenso nacional”, na opinião de Francisco Assis.
Estas palavras do presidente do Grupo Parlamentar do PS são animadoras, porque são mais um contributo para recolocar na ordem do dia a discussão deste importante processo para o aprofundamento da democracia e para o desenvolvimento e uma maior coesão territoriais do nosso país. A inexistência de uma maioria parlamentar pode favorecer o avançar do processo e a criação de um mais largo consenso.
À frente dos destinos do Museu de Évora há “cerca de nove anos”, o historiador bejense Joaquim Caetano comunicou a sua decisão ao Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), a qual implica ainda “a formalização de um pedido de demissão formal”, porque “aquilo que é necessário fazer no museu daqui para a frente requer uma pessoa com outro perfil e características, que não reconheço em mim próprio” e “O museu precisa de uma pessoa com outra capacidade de gestão e de angariação de apoios, por exemplo através do mecenato. É preciso encontrar fórmulas alternativas para desenvolver actividades”.
A DORBE do PCP “chama a atenção para a necessidade de o Governo, para além da propaganda, pôr em prática, com urgência, medidas excepcionais que atenuem os efeitos no distrito de Beja da crise económica e social, com impactos gravíssimos na região em especial no que toca ao crescimento do desemprego, da precariedade e ao alastrar da pobreza” e sublinha que “importa, por um lado, ajudar os grupos e sectores populacionais mais carecidos e, por outro, incrementar os investimentos públicos e os apoios às micro, pequenas e médias empresas, que constituem o essencial do tecido económico regional”.