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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

BE não “alinha em populismos fáceis”

O Bloco de Esquerda (BE) “encara a política fiscal como um instrumento fundamental de redistribuição da riqueza, para promover a justiça social e um desenvolvimento equilibrado e sustentável” e não “alinha em populismos fáceis”. Foi com base nestes princípios que Guida Ascensão - eleita na Assembleia Municipal de Serpa - e Carlos Carvalho - eleito na Assembleia Municipal de Odemira - votaram a Derrama, o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) e a taxa variável de IRS. Em Odemira o Bloco opôs-se à isenção de Derrama para as empresas com rendimentos superiores a 150 mil euros. Nos dois concelhos votou a favor do IMI bem como da retenção da taxa variável de IRS pelas autarquias.

Montante da dívida apura-se fazendo contas

O novo executivo (PS) do Município de Beja começou por informar que o volume da dívida a fornecedores ascendia a 17,7 milhões de euros. Depois, a vereadora responsável pelo pelouro das finanças informou que, para além daquela verba, a Câmara Municipal de Beja devia mais 41,245 milhões de euros de empréstimos.

O vereador da CDU Miguel Ramalho, contestando os valores anunciados pelo PS, afirmou que a dívida total, incluindo o pagamento a fornecedores e empréstimos bancários, “ronda os 23/24 milhões de euros”.

Finalmente, a Câmara Municipal de Beja referiu que em 12 de Novembro, o total de compromissos assumidos pelo Município em 2009, e imputados à gestão CDU é de 39,4 milhões de euros.

Afinal, qual é o montante da dívida? Este valor não devia ser apurado fazendo contas? Faz-se com palpites? Se sobre o que se apura com uma operação de somar gera tantas polémicas e dúvidas e que não acontecerá quando tiverem de ser tomadas decisões políticas, que não dependam apenas da aritmética?

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