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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O PCP e o Bloco de Esquerda

Jerónimo de Sousa e outros principais dirigentes do PCP mostraram-se, ultimamente - principalmente nas campanhas eleitorais – e quase sempre, cuidadosos na forma como se referiram ao Bloco de Esquerda, não fazendo dele o seu adversário principal.

Há, no entanto, quem entenda que o PCP é só virtudes e que todos os outros foram criados, propositadamente, para o prejudicar e “ferir de morte”e concentram neles todo o mal que existe.

É nesta linha de raciocínio em que se podem enquadrar comentários como: “a maior parte dos bloquistas são anticomunistas primários”, “estes bloquistas nem pequeno burgueses são, antes pelo contrário são burgueses autênticos, com hábitos burgueses, vida burguesa”, “O Bloco foi criado pelo PS, com um único objectivo, desviar eleitorado da CDU, tentar arrumar com as botas ao PCP” e outros semelhantes, deixados aqui.

Não me parece que esta seja a melhor forma de encarar um partido que, partindo de uma base eleitoral residual, teve uma progressão contínua e consolidada, ultrapassando a votação da CDU nas últimas eleições europeias e legislativas.

Até porque, como escrevi ali: Podemos estar perante uma desejável clarificação da arrumação ideológica das forças políticas e, consequentemente a uma rearrumação do eleitorado, com um partido de direita (CDS), que absorva a ala direita do PSD, um partido social-democrata (PS), que já absorveu grande parte da ala social-democrata do PSD, e uma força de esquerda (BE/PCP), que atraia parte da ala socialista do PS, que corporize a esquerda grande, de que fala Francisco Louçã.
As eleições realizadas este ano abriram esta perspectiva. O quadro governativo delas resultante e a situação actual dos partidos poderão ajudar a fazer esse caminho. Se tal vier a acontecer talvez se volte a falar na maioria de esquerda, que Álvaro Cunhal tanto ambicionou.”

Em Janeiro de 2011 temos auto-estrada

Essa foi a promessa (mais uma) do primeiro-ministro, José Sócrates, na sua 5º, 11º ou 24ª - já não me lembro – visita ao Baixo Alentejo para apresentar o IP8, que depois passará a chamar-se A26 e para nela circularmos teremos de pagar portagens ao contrário de outras que existem por esse país fora.

Mesmo tendo em conta que todos os prazos antes anunciados não foram cumpridos (e já passou o primeiro governo socrático), esperemos que agora esta promessa seja cumprida! Todos ficaremos a ganhar – nós, porque ficamos com uma infra-estrutura fundamental da ligação de Sines ao Aeroporto de Beja, e o primeiro-ministro porque cumpriu o que agora prometeu.

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