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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A responsabilidade é de todos, mas é mais de uns do que de outros

“Lá nos campos, tristes campos,

Da solitária planura,

Nasceu a minha revolta,

Nasceu a minha amargura.”

Apesar de, ao contrário do Poeta alvitense Raul de Carvalho, nunca termos abandonado estes campos, quantas vezes não sentimos revolta, e mesmo amargura, por não conseguirmos alterar para melhor esta sociedade em que vivemos, nem fazer esta terra progredir, nem reforçarmos e melhorarmos o funcionamento deste instrumento para a acção que é o Partido?

Devemos manter bem vivas as nossas disponibilidade e disposição de luta, pelo que não nos devemos acomodar perante as dificuldades, devemos alimentar o nosso inconformismo perante as injustiças, o que só se consegue através do estudo e da análise críticos da realidade que nos permita manter uma consciência social e política activa, em consequência de convicções ideológicas e políticas firmes, confirmadas pela correcção das nossas orientações e práticas.

Ora, para que tudo isto aconteça não devemos falhar na definição dos nossos objectivos nem escamotear os nossos erros e insucessos.

Infelizmente é isso o que tem vindo a acontecer.

O Partido não alargou a sua influência social, política e eleitoral nem reforçou a sua organização, porque não melhorou a sua ligação e a sua acção junto das massas populares.

Não fortaleceu a organização nem imprimiu uma nova dinâmica junto dos trabalhadores e outros sectores, porque não foi capaz de adoptar medidas adequadas às situações concretas.

Ao referirmos estes insucessos não pretendemos, ao contrário do que alguns insistem em dizer, autoflagelarmo-nos, mas apenas enfrentarmos as dificuldades, avaliarmos com realismo o trabalho realizado e apurarmos as responsabilidades de todos e de cada um.

É verdade que a responsabilidade é de todos, mas não é menos verdade que é mais de uns do que de outros. A responsabilidade é do colectivo partidário, mas é sobretudo de quem, ao longo destes anos, o dirigiu, quantas vezes sem dar ouvidos a quem apontou outros caminhos e outros métodos para alcançar os objectivos definidos.

Mais uma vez, insistimos na necessidade de respeitar a norma estatutária (nº2 do art.º 21), que estabelece que “A responsabilidade colectiva de direcção não elimina, antes pressupõe, a responsabilidade individual e a iniciativa de cada membro.”

 

Parte da minha intervenção (corrigida) na 4ª Assembleia da Organização de Beja do PCP, em 20.02.2000.

Festa do Castanheiro - Feira da Castanha em Marvão

“A mais nobre e popular de todas as festas de Marvão está de volta a 14 e 15 de Novembro.

Centenas de artistas de animação nas ruas;

quatro magustos colocados em sítios estratégicos da vila com excelente castanha assada e vinho da região;

mais de 80 postos de artesanato do mais autêntico e português,

área de enchidos e queijos;

Concurso de Doçaria com castanha na Casa da Cultura;

área de compotas, licores, doces caseiros

e a tenda dos produtores locais,

são motivos mais que suficientes para que não falte a esta chamada irresistível.”

 

Veja o programa aqui.

 

 

Comentários recentes

  • Anónimo

    alguém pode dizer onde é este lugar?

  • Anónimo

    Concordo a 1000% com M. Frade.Pode-se, rádios, jor...

  • Quim

    Foi a conclusão que EU tirei. Mas não fui o unico....

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