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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Uma boa notícia

O aumento do número de alunos e o desdobramento de turmas, em Alvito, obrigaram à reutilização da sala de aula da Escola do Adro, desactivada há dois anos atrás, depois dos necessários melhoramentos.

 

Aqui está uma boa notícia, que confirma as projecções da Carta Educativa de Alvito e desmente os que insistem na irreversibilidade do despovoamento do Interior e de Alvito, em particular.

A bússola confirma o meu posicionamento partidário

Fiz o teste da Bússola Eleitoral para avaliar o meu posicionamento no panorama político português nas eleições legislativas de 2009, que confirmou a minha identificação com o rumo político que escolhi.

Os resultados ditaram que estou mais próximo da CDU e mais afastado do PND e que concordo mais com o BE (82,1%) e a CDU (76,8%) e menos com o PND (46,4%) e com o CDS (46,4%).

 

Faça você também o seu teste, clicando em http://www.bussolaeleitoral.pt/, e diga-nos se os resultados estão próximos ou afastados da sua posição política.

Pacheco Pereira queria fazer a quadratura do círculo

Ao propor que todos os partidos solicitem ao PR que esclareça tudo acerca das alegadas escutas e a demissão do seu assessor, antes das eleições, comprometendo-se a não o acusarem de interferência na campanha eleitoral, Pacheco Pereira queria fazer a quadratura do círculo. Ou seja, pretendia limpar a má imagem com que ficaram Cavaco Silva e o PSD com as intervenções que tiveram neste caso.

O que Pacheco Pereira deveria era exigir o total esclarecimento do caso pelo PR, independentemente das consequências que daí adviessem para quem quer que seja. Assim é que faria jus à política de verdade que o PSD vem defendendo e à responsabilidade que todos os agentes políticos devem ter e assumir pelos actos que praticam.

“A culpa é sempre de alguém e há por aí alguns com as costas bem largas”

Ferreira Alves interroga-se, este fim-de-semana, sobre a culpa de Sócrates em todos os acidentes domésticos e mundiais. Ora eu concordo com ela: esta tendência muito portuguesa de atribuir sempre a culpa ao outro, quando as coisas não nos correm de feição, já devia ter sido extinta.
Se sou medíocre, se não trabalho, se sou má mãe, se sou má aluna, se não voto, se estou gorda, se ganho mal, se a minha empresa está à beira da falência, se ninguém percebe como sou brilhante, a culpa há-de ser de alguém. A culpa é sempre de alguém e há por aí alguns com as costas bem largas: haverá sempre um governo e o 1º ministro - seja qual for o partido vencedor; um chefe, um patrão, um professor, um orientador, a publicidade, os políticos, que são muito mais responsáveis pela minha desgraça, pelo estado actual do país e já agora, do resto mundo, do que eu própria. E essa constatação é tão, mas tão, conveniente.”

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