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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Em tempo de eleições não pode valer tudo

Há políticos e aspirantes a políticos que acham que em períodos eleitorais vale tudo: Pode-se prometer tudo, o que se sabe que se pode fazer e o que não se tem qualquer ideia de alguma vez vir a fazer; pode-se dizer tudo, mesmo ofendendo ou injuriando os adversários.

Esta ideia está de tal forma generalizada que é frequente ouvir-se políticos, comentadores e até juízes desvalorizarem o que foi dito nesses períodos, porque então tudo se admite.

Não pode ser assim e as pessoas estão fartas disso. Os políticos devem ser sérios e honestos e não se devem sentir irresponsáveis nos períodos eleitorais. Antes, pelo contrário, é nesses períodos que a sua autenticidade e o seu carácter mais devem ser afirmados, sob pena de serem vistos como farsantes.

António Balona candidato da CDU à Câmara de Alcácer do Sal

 

António dos Mártires Balona, de 70 anos, natural de Alcácer do Sal, funcionário público de profissão, foi vice-presidente do município entre 1990 e 2001, presidente da Assembleia Municipal entre 2001 e 2005, sendo actualmente eleito na Assembleia Municipal. Foi o primeiro presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos de Alcácer do Sal, entre 1999 e 2001. È presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal.

Mata Cáceres volta a candidatar-se, como independente, pelo PSD à Câmara de Portalegre

ao seu terceiro mandato, com uma equipa renovada, que "já está toda constituída" e cuja divulgação irá ter lugar "a breve trecho".

Num balanço dos oito anos à frente da Câmara de Portalegre, Mata Cáceres lembrou que, no primeiro mandato, "conseguimos fazer aquilo que era expectável e possível" e confessou que, por vezes, viveu este segundo mandato "com uma dose de frustração", porque "tinha os projectos prontos e tivemos de estar à espera, com as candidaturas no congelador, até chegar a altura de as podermos fazer".

Garantiu ainda que a Câmara de Portalegre tem, neste momento, "um dos maiores números de candidaturas já feitas ao Quadro Comunitário e já com muitas aprovadas, e outras que o serão em breve" e assumiu que esta situação está "intimamente" relacionada com a sua disponibilização para mais um mandato, sublinhando que "Tenho o vício de fazer coisas, e sempre o tive. Estou muito mais ligado ao fazer do que ao dizer que faço e ao discursar".

CDU retira confiança política ao presidente de Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Machede,

que optou por se candidatar pelo PS, como independente, nas eleições autárquicas deste ano. O empreiteiro de construção civil José Vitorino Piteira, presidente da junta de freguesia de Nossa Senhora de Manchede há três mandatos consecutivos, sempre eleito como independente, pela CDU, justificou a decisão com a “defesa e a salvaguarda dos interesses” da população local.

Depois de retirar a confiança política a José Piteira, a CDU garante que vai apresentar uma lista à autarquia de Nossa Senhora de Machede.

Ser autarca em Portugal

Pela sua pertinência e oportunidade publico aqui este comentário, de Hudi, retirado daqui.

 

Ser autarca em Portugal,
é um acto de amor, é um risco,
uma decisão que não se pensou,
uma dedicação aos outros
e um abandono aos seus.

Ser-se autarca em Portugal,
é ser-se bombeiro da aflição alheia,
calmante do desespero,
burocrata do sonho,
porta bandeira da aspiração,
voz da reivindicação,
opositor da capitulação.

Ao autarca em Portugal,
exige-se que seja competente,
atencioso, amável, desdobrável, honesto,
íntegro e acima de qualquer suspeita,
sem tempo para estar doente, cansado, saturado
e deve ainda considerar-se bem pago,
e sorrir de satisfeito,
por ter sido eleito.

Ao autarca em Portugal,
tudo se exige,
e quando o autarca exige,
é um chato, e é aborrecido, e é inquieto,
mesmo quando a sua exigência
é a exigência dos outros,
e se esquece de exigir para si próprio,
e se esquece que tem família em casa,
e uma profissão esquecida,
e um futuro adiado.

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  • Anónimo

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