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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Missão Reciclar em Beja

O camião da Missão Reciclar, iniciativa de sensibilização para a reciclagem de equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida, vai estar amanhã e sábado no parque de estacionamento do Parque de Feiras Exposições de Beja, e contará com animações infantis, como insufláveis, pinturas faciais, um circuito de trotinetas e uma zona de artes.

A iniciativa é promovida pela Amb3E, Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos, e Delta Q, a marca nacional de cápsulas de café.

Pedro Namora concorre pelo PPM à Câmara de Setúbal,

depois de se ter demitido do PCP,  por dever de consciência: sempre protestei contra os que, violando os estatutos do Partido, pretenderam descaracterizá-lo. E não podia agora incorrer na violação da disciplina partidária”.

 

Comprendo a sua indignação e revolta, independentemente das razões que lhe assistem, mas não encontro justificação para ter aceite a sigla do PPM para se candidatar.

Tradição/ Inovação - uma realidade das feiras francas “O caso da Feira dos Santos”

A evolução das Feiras

1 - Criadas à séculos – grandes espaços de comércio, troca, encontro e convívio

2 – Com o passar dos tempos e o aparecimento de outros espaços e formas de comércio, foram perdendo importância e reduzindo a duração

3 – A perda de importância acentuou-se nos últimos tempos com o aparecimento das grandes superfícies comerciais, as grandes concorrentes das feiras tradicionais

4 – Foram criadas as feiras de negócios – a primeira há 150 anos (em 1856) pela AIP – EXPONOR

 

A situação actual

1 – Feiras, predominantemente, tradicionais – Feira de Castro, Feira d’Aires, Feira dos Santos, Feira de São João, Feira da Luz

2 – Feiras temáticas – “da Vinha e do Vinho”, “do Montado”, “do Queijo”, “da Laranja”, “da Água e do Regadio”, “da Caça e Pesca”, “do Artesanato”, “do Melão”,

3 – Feiras mistas (feira “tradicional” + exposição/negócios + animação/festival de música + formação/informação) – Ovibeja, RuralBeja, Feira do Campo, Santiagro,  Faceco, “Pimel”

4 – Feiras de Negócios (ferramentas de markteting, utilizadas para a promoção de produtos e serviços) – “Móveldécor”, “MarketLar”, “Exponáutica”, “Feira de Ocasião”

 

O caso da Feira dos Santos e de Alvito

1 – Uma das mais antigas feiras

2 – Feira, predominantemente, tradicional a evoluir, progressivamente, para feira mista

3 – Cresceu nos últimos (15) anos

4 – Data (incluir o 1 de Novembro ou passar a primeiro fim-de-semana de Novembro)

 

O novo recinto

1 – A mudança de recinto

1.1 – exige:

         - melhores planeamento, programação e organização da Feira;

         - optar se o mercado se mantém no Rossio (melhor arrumado) ou muda para o  novo recinto

1.2 - permite que:

         - Alvito e os seus habitantes possam aproveitar melhor a Feira dos Santos;

         - se possam realizar nele outros eventos (feiras e outras iniciativas). 

 

Perigos

- arranque tardio e deficiente preparado (ano de eleições)

- perder identidade / integração no centro histórico

- perder interesse para feirantes e expositores e visitantes

- perder impacto na Vila

 

Oportunidades

- mais espaço

- melhor organização

- facilitar a transição para feira mista

- proporcionar novos eventos – feiras e outras iniciativas

- acabar com os incómodos dos residentes, principalmente os da zona

- permitir apreciar melhor a Vila

 

Alvito também é comigo!

Fazer inquérito e ouvir a população sobre:

- data da Feira dos Santos (manter o 1 de Novembro ou passar ao fim-de-semana que o inclua);

- se o Mercado se deve manter no Rossio (melhor arrumado) ou mudar para o novo recinto;

- outras feiras que possam e devam ser organizadas no novo recinto, avançando algumas hipóteses (ambiente e energias renováveis – solar, hídrica, eólica, biocombustíveis,…); turismo/natureza/património; (da fileira) do azeite, gado; etc.).

 

Alvito, 31 de Outubro de 2008

 

NOTA: Estes foram os tópicos de uma intervenção que fiz encontro, para que fui convidado, que teve como lema o referido no título deste alvitre e que se realizou durante a última Feira dos Santos.

Plano de Ordenamento da Albufeira do Roxo FOI aprovado

pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 36/2009.

O Plano de Ordenamento da Albufeira do Roxo (POAR) incide sobre o plano de água e respectiva zona de protecção, a qual tem uma largura de 500 m contados a partir da linha do nível de pleno armazenamento, encontrando -se a totalidade da área de intervenção do POAR integrada nos municípios de Beja e Aljustrel.

O ordenamento do plano de água e zona envolvente concilia a procura desta área com a preservação da qualidade da água e a conservação dos valores ambientais e ecológicos e, ainda, com o aproveitamento dos recursos através de uma abordagem integrada das potencialidades e das limitações do meio, com vista à definição de um modelo de desenvolvimento sustentável para o território.

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