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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Breviário das almas", livro de contos, pode ser lido como um romance

Prémio Manuel da Fonseca 2008, é um livro de contos, mas pode, segundo o autor, Joaquim Mestre, "ser lido como uma narrativa ou até um romance pois tem um final e conta a história de uma família".

Director da Biblioteca de Beja, Joaquim Mestre descreve o seu novo livro como sendo "fundamentalmente uma obra de ficção". "Mas tem de haver - ressalva - um certa autenticidade e só podia escrever estas histórias, pois falo do que julgo que conheço".

Além Tejo Música "um exemplo da regionalização"

No domingo, 15 de Fevereiro, nas instalações do Grupo União e Recreio Azarujense, em Azaruja, tomaram posse os órgãos sociais da Além Tejo Música Associação Regional de Bandas Filarmónicas, a qual resultou da fusão das três Federações de Bandas dos distritos de Portalegre, Évora e Beja.

A Banda dos Bombeiros Voluntários de Alvito está representada nos órgãos sociais da Associação Regional de Bandas Filarmónicas, pelo seu Presidente, Eliseu Martins Efigénio, "segundo secretário da Assembleia-Geral".

Portugal está “pior” do que há quatro anos

“Que ninguém fuja a esta verdade incontornável. Hoje temos um País pior do que aquele que Sócrates encontrou no início do seu mandato”, afirmou Jerónimo de Sousa, em Évora.

“Sócrates tem responsabilidades directas e concretas na situação que vivemos”, garantiu o secretário-geral do PCP para quem existe uma “dupla crise” - “Uma crise internacional com efeitos no nosso País mas também uma crise nacional, que resulta de uma política profundamente errada”.

Jerónimo de Sousa falou ainda do “espectro do medo”, apelando ao “combate contra o medo e contra a resignação”. “A luta vale a pena. O povo português não está condenado a esta política”.

Câmara da Vidigueira anunciou pacote de medidas anti-crise,

no valor de 12 milhões de euros: 7,8 milhões de euros para medidas de apoio à economia local e 4,1 milhões de euros para o apoio social à comunidade.

Manuel Narra, o presidente da Câmara, defendeu que “deveria existir em Portugal uma articulação entre o poder central e o poder local de forma a que estes investimentos pudessem ser mais rentabilizados”, assegurando que “todos os dias tem pessoas no edifício da Câmara a relatarem as suas preocupações e a engrossarem o número de desempregados”.

 

Enquanto muita gente anda a falar nestas questões, na necessidade de tomar medidas para procurar minimizar os efeitos da crise que estamos a atravessar, a Câmara da Vidigueira avançou, reorientando as suas políticas no sentido de ter uma intervenção mais efectiva e direccionada para os problemas que estamos a atravessar.

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