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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“AVC na Primeira Pessoa”

assim se intitula o livro da autoria de José Saúde, vitima da doença, a 26 de Julho de 2006, quando tinha 55 anos de idade. Neste livro José Saúde faz uma retrospectiva da sua vida, relata o período difícil com que se debateu quando foi vítima da doença, que o deixou imobilizado e sem fala, e a luta que travou para alcançar a autonomia com que vive neste momento. O livro inclui ainda o relato de vários técnicos que o acompanharam durante o internamento e na fase de recuperação.

 

José Saúde é um exemplo vivo da luta contra a adversidade, que, algumas vezes, pôs à prova a sua coragem, a sua vontade de viver e o seu próprio nome. José Saúde mostrou que não se resigna e que sabe resistir.

Força Zé!

Câmara de Coimbra aprovou mais quatro novas hortas urbanas

A Câmara de Coimbra (PSD/CDS/PPM) aprovou hoje a criação de hortas urbanas em mais quatro zonas da cidade, afectando ao projecto terrenos municipais no Alto de S. Miguel/Ingote, S. Martinho do Bispo, Portela e Vale das Flores.

A proposta do vereador (CDU) com o pelouro da Habitação, Jorge Gouveia Monteiro, surge na sequência do projecto das Hortas do Ingote, desenvolvido nos últimos anos neste bairro da cidade, e que tem tido «uma avaliação muito positiva» e «grande aceitação por parte da população residente».

 

Uma boa ideia que merece ser concretizada noutros municípios.

Onde está "o desleixo e a incompetência"?

- é o que o eurodeputado do CDS-PP Luís Queiró pretende apurar, estimando que a taxa de execução dos fundos comunitários que Portugal poderá gastar entre 2007 e 2013 esteja "muito próximo do zero", pelo que questionou a Comissão Europeia sobre a taxa de execução portuguesa do QREN 2007-2013, depois da ausência de respostas por parte do Governo português à questão.

 

Aqui está uma questão pertinente e muito oportuna, tendo em conta a crise que estamos a viver, cujos efeitos poderiam ser minorados se a execução do QREN não tivesse demorado arrancar.

Comentários recentes

  • Anónimo

    ????????????????????

  • Anónimo

    Ninguém comenta a capa verde?

  • Anónimo

    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

  • Anónimo

    Dra,, esse reparo devia ser enviado directamente a...

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