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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Há oito anos seguidos que Portugal diverge da média europeia

pelo que "a crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias", afirmou o Presidente da República, na sua Mensagem de Ano Novo, frisando não se poder esconder a "verdade da situação difícil em que o país se encontra" porque “As ilusões pagam-se caras” e 2009 "vai ser um ano muito difícil".

 

Os partidos reagiram assim:

Vitalino Canas (PS) garantiu que não ouviu "nenhuma crítica do Presidente da República ao Governo e às suas políticas".

Para António Borges (PSD), a mensagem do Presidente da República "relembra o carácter urgente de uma redefinição da utilização dos dinheiros públicos, com particular atenção para os grandes projectos em relação aos quais não há nenhuma confiança em relação ao custo-benefício".

"O Presidente salientou, e bem como o BE tem feito, que a crise internacional caiu em cima de uma crise que já cá estava, quando disse que a economia tinha vulnerabilidades e há oito anos que está a afastar-se do desenvolvimento dos seus parceiros europeus", realçou Fernando Rosas (BE).

Nuno Melo (CDS/PP) disse que Cavaco Silva fez uma "apreciação de verdade" sobre a situação actual em Portugal e que "a maioria tentará esconder em ano de eleições".

Paulo Raimundo (PCP) afirmou que «consideramos a mensagem oportuna ainda que a mesma fique a meio do caminho certo, porque aponta como “caminho estreito” para a saída da actual situação do país, com esta ou aquela opção estratégica, o aprofundamento das políticas seguidas até agora», salientando a necessidade de romper com as actuais políticas do Governo e defendendo que o resultado das acções governativas «estão à vista na actual situação do país».

 

Desperdícios autárquicos

As autarquias locais, tal como a restante administração pública e muitas empresas, fazem algumas despesas que são autênticos desperdícios.

O que aqui se apresenta é apenas um exemplo e não constitui uma crítica específica às autarquias de Cuba e Vila Ruiva, porque muitas outras fazem coisas semelhantes.

Há alguns anos, a Câmara Municipal de Cuba e a Junta de Freguesia de Vila Ruiva procederam ao arranjo do terreno adjacente à Ermida da S.ª da Represa, incluindo pavimentação, plantação de árvores e outras plantas, colocação de bancos e iluminação pública.

A utilização deste espaço resume-se a dois ou três dias aquando das Festas da S.ª da Represa. Pergunta-se: Então para que se mantém a iluminação acesa durante todo o ano? Se fosse a iluminação decorativa da Ermida (que não existe) ainda se poderia dizer que era para valorizar e promover o monumento. Assim é desperdício e nada mais…

 

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