Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Há oito anos seguidos que Portugal diverge da média europeia

Zé LG Zé LG, 02.01.09

pelo que "a crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias", afirmou o Presidente da República, na sua Mensagem de Ano Novo, frisando não se poder esconder a "verdade da situação difícil em que o país se encontra" porque “As ilusões pagam-se caras” e 2009 "vai ser um ano muito difícil".

 

Os partidos reagiram assim:

Vitalino Canas (PS) garantiu que não ouviu "nenhuma crítica do Presidente da República ao Governo e às suas políticas".

Para António Borges (PSD), a mensagem do Presidente da República "relembra o carácter urgente de uma redefinição da utilização dos dinheiros públicos, com particular atenção para os grandes projectos em relação aos quais não há nenhuma confiança em relação ao custo-benefício".

"O Presidente salientou, e bem como o BE tem feito, que a crise internacional caiu em cima de uma crise que já cá estava, quando disse que a economia tinha vulnerabilidades e há oito anos que está a afastar-se do desenvolvimento dos seus parceiros europeus", realçou Fernando Rosas (BE).

Nuno Melo (CDS/PP) disse que Cavaco Silva fez uma "apreciação de verdade" sobre a situação actual em Portugal e que "a maioria tentará esconder em ano de eleições".

Paulo Raimundo (PCP) afirmou que «consideramos a mensagem oportuna ainda que a mesma fique a meio do caminho certo, porque aponta como “caminho estreito” para a saída da actual situação do país, com esta ou aquela opção estratégica, o aprofundamento das políticas seguidas até agora», salientando a necessidade de romper com as actuais políticas do Governo e defendendo que o resultado das acções governativas «estão à vista na actual situação do país».

 

Desperdícios autárquicos

Zé LG Zé LG, 02.01.09

As autarquias locais, tal como a restante administração pública e muitas empresas, fazem algumas despesas que são autênticos desperdícios.

O que aqui se apresenta é apenas um exemplo e não constitui uma crítica específica às autarquias de Cuba e Vila Ruiva, porque muitas outras fazem coisas semelhantes.

Há alguns anos, a Câmara Municipal de Cuba e a Junta de Freguesia de Vila Ruiva procederam ao arranjo do terreno adjacente à Ermida da S.ª da Represa, incluindo pavimentação, plantação de árvores e outras plantas, colocação de bancos e iluminação pública.

A utilização deste espaço resume-se a dois ou três dias aquando das Festas da S.ª da Represa. Pergunta-se: Então para que se mantém a iluminação acesa durante todo o ano? Se fosse a iluminação decorativa da Ermida (que não existe) ainda se poderia dizer que era para valorizar e promover o monumento. Assim é desperdício e nada mais…