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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Redução da autonomia municipal

A crescente governamentalização e centralização da gestão dos fundos comunitários vieram contribuir para reduzir a autonomia dos poderes locais.

Se há alguns aspectos positivos na definição de políticas nacionais, sustentadas nos fundos comunitários, para um desenvolvimento mais equilibrado do país, há, por outro lado, uma limitação da autonomia dos municípios e, consequentemente, da afirmação distintiva dos seus territórios e populações.

Hoje, assistimos à generalidade dos municípios a avançar com centros escolares, com o arrelvamento de campos de futebol, com a regeneração dos seus centros históricos/urbanos, etc. Isso é importante para a imagem global do país mas talvez alguns municípios tivessem outras prioridades, que, a concretizá-las, contribuiriam para afirmar o que os distingue dos outros e a torná-los mais competitivos.

A batalha da competitividade ganha-se na afirmação da especificidade e da complementaridade e não fazendo o que outros fazem, ficando tudo cada vez mais igual.

 

PS apresentou lista à Câmara de Castro Verde

encabeçada pelo advogado José Francisco Colaço Guerreiro, 54 anos, actualmente notário e conservador em Castro Verde, e integrando António José Paulino, 48 anos, funcionário da Direcção Geral dos Impostos e presidente do Lar Jacinto Faleiro, Joana Terlica, 56 anos, economista, actualmente professora do ensino secundário,  Rui Pedro Figueira, de 41 anos, engenheiro civil, e Margarida Sobral, actual administradora da empresa Segundo Mar.

 

Saldanha Sanches pediu a demissão de Vítor Constâncio

de governador do Banco de Portugal, a quem culpa pelos "escândalos" na banca e acusou de "nunca" se ter considerado o "representante do Estado junto da banca", mas antes um "representante da banca junto do Estado".

"A sua função é defender a banca, e às vezes defende-a tanto que temos escândalos como o BPN" em que o Banco de Portugal "tem culpa imensa" porque "houve sinais de alarme lançados de forma persistente e drástica por três grandes empresas de auditoria e o Banco de Portugal não ouviu", acusou o fiscalista.

 

CDS-PP é um partido «oportunista, populista e demagógico»,

que não permite um «debate interno», não sendo «nem de direita nem de esquerda» e tem como «único objectivo aceder ao poder», afirmou Mota Campos, antigo secretário de Estado Adjunto da Justiça no governo de Durão Barroso, na hora de entregar o cartão de militante do partido, dizendo que sai com mágoa e confirmando que o número de dissidentes vai aumentar, representando «um conjunto elevado de concelhias e distritos do país».

Além de Mota Campos desfiliaram-se do CDS-PP o deputado José Paulo de Carvalho, a ex-deputada por Bragança Tábita Mendes, João Anacoreta Correia, Paulo Jorge Teixeira, de Gondomar, e Vítor Faria, ex-conselheiro nacional de Ribeiro e Castro.

 

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