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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Projecto transfronteiriço para a qualidade ambiental de Alqueva

A Junta da Estremadura informou que pretende desenvolver, em parceria com Portugal, um projecto para garantir a qualidade ambiental de Alqueva, num investimento de 6,4 milhões de euros, candidatado a fundos da União Europeia, através do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça: Espanha - Portugal 2007/2013 e que será gerido, a partir de Janeiro de 2009, pela Associação Transfronteiriça de Municípios das Terras do Grande Lago.

O projecto é apontado para a prevenção de riscos, garantia da correcta utilização do plano de água, promoção e divulgação turística, desenvolvimento da produção local, melhoria da qualidade de oferta turística e o investimento em sectores estratégicos.

 

Esclarecimento sobre o Plano de Regadio do Alqueva

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal promove, em parceria com a EDIA, uma sessão de esclarecimento, amanhã, às 21horas, no Torrão, sobre o Plano de Regadio do Alqueva, com o objectivo de informar os agricultores e a população em geral sobre o plano de regadio, a forma de execução e as suas repercussões na produção agrícola alentejana.

A sessão conta com a presença do presidente da Câmara, Pedro Paredes, do vice-presidente da câmara, João Massano e do presidente da Junta de Freguesia do Torrão, Décio Fava, e Henrique Troncho e Pires de Andrade, respectivamente presidente e vogal do Conselho de Administração, para além de técnicos da EDIA.

 

 

Bloco Central de interesses

“Há sectores da administração central onde as tecno-estruturas têm uma força que domina absolutamente quem exerce o poder democrático. Estão instaladas desde os anos 70 no rotativismo do bloco central e visam assegurar esta coisa extraordinária: que nem os municípios nem os governos mandem nos seus sectores, mas sim quem assume rotativamente a gestão dessas empresa.”

Falou claro e certo António Costa, na entrevista que deu à Visão, publicada em 17.07.2008, enquanto presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Mas António Costa não é dirigente destacado de um dos partidos do Bloco Central (PS) e não foi ministro, com grandes responsabilidades, de governos do PS?! 

 

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