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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Mineiro Aljustrelense subiu à 2ª Divisão

O Mineiro Aljustrelense assegurou a subida à 2ª Divisão Nacional a uma jornada do final, ao vencer o Beira-Mar de Monte Gordo por 2-1, no Estádio Municipal de Aljustrel.

No ano em que celebra 75 anos de existência, o clube da “Vila Mineira”, orientado por Francisco Fernandes, escreve a mais bonita página da sua história, conseguindo um feito histórico, passando do Distrital de Beja à 2ª Divisão Nacional em apenas duas temporadas.

 

Governo lançou, em Évora, o concurso para 1º troço do TGV

O primeiro-ministro, acompanhado pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, esteve presente, hoje em Évora, na cerimónia de lançamento do concurso para concessão, construção e financiamento e manutenção do primeiro troço da rede de alta velocidade, entre Poceirão e Caia, numa extensão de 167 quilómetros, que vai custar 1.450 milhões de euros.

Mas há quem diga que o TGV não é auto-sustentável na maioria dos casos em que existe e que, neste caso, se poderá transformar num elefante branco. Se for assim, quem é que mais uma vez vai pagar?

Há também quem questione a possibilidade e o interesse de viagens tão curtas como entre Évora e Lisboa ou Badajoz?

Parece tratar-se de mais um projecto que necessitava de ser mais discutido e os seus interesse, rentabilidade e oportunidade melhor demonstrados.

 

São Cucufate e Casa do Arco reabrem hoje ao público

São Cucufate, monumento nacional da freguesia de Vila de Frades reabre hoje as suas portas ao público, depois de ter estado encerrado seis meses, por falta de pessoal.

A Casa do Arco, em Vila de Frades, vai funcionar de Segunda a Sexta-Feira e a marcação das visitas aquele sítio arqueológico vão ser efectuadas e agendadas a partir deste espaço.

Esperemos que daqui a alguns meses não voltem a encerrar pelo mesmo motivo.

 

“Caminhos de Santiago”,

o novo hotel de Santiago do Cacém, foi inaugurado com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, e do presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença.

O novo hotel, resultado de um projecto de restauro da antiga pousada, da autoria do arquitecto Francisco Aires Mateus e orçado em quase cinco milhões de euros, pretende dinamizar a oferta turística da região do litoral alentejano, proporcionando simultaneamente um novo conceito hoteleiro.

 

Grândola tem nove Praias de Ouro

Aberta Nova, Atlântica, Carvalhal, Comporta, Galé, Melides, Pego, Tróia-Galé e Tróia-Mar são as 9 praias do Concelho de Grândola classificadas como Praias com Qualidade de Ouro.

A distinção, anunciada pela Quercus e que torna Grândola o concelho do Alentejo e o 3º do País com maior extensão de praias com Qualidade de Ouro, é atribuída a praias que nos últimos cinco anos consecutivos têm tido uma boa qualidade da água, e por isso são consideradas águas balneares de excelência.

 

Não tenham medo de abrir “Caminhos de Futuro”

O 14º Congresso Alentejo XXI realiza-se nos próximos dias 14 e 15 de Junho, no Cine-Teatro Municipal Pax-Júlia, em Beja.

Desde o primeiro que têm sido criadas e alimentadas polémicas sobre o interesse, o modelo, e a democraticidade do Congresso.

Quem tem tido uma postura mais preconceituosa e, a partir de uma determinada altura, procurando fazer abortar a sua realização é a Federação do Baixo Alentejo do PS, que ainda agora diz que não sabe se vai participar neste 14º Congresso Alentejo XXI.

Os argumentos utilizados ou é o medo da organização ser dominada pelo PCP ou outros, que vão inventando em cada edição, ou nem sequer se dão ao trabalho de apontar qualquer explicação para a sua posição, como parece ser o caso.

Salvo erro, no último congresso, foi o modelo que foi muito questionado, tendo ficado decidido que deveria ser repensado.

É evidente que algumas críticas feitas ao Congresso são pertinentes, sendo talvez a mais importante a inconsequência das suas conclusões.

É igualmente evidente que é o PCP e os seus militantes que mais se empenham na sua realização.

Mas, para além destas constatações, importa apurar porque é que tal acontece.

Vamos por partes.

Porque é que os outros partidos não se empenham tanto quanto o PCP? É porque não os deixam ou porque não querem?

Pelo que julgo saber, acho que as inúmeras individualidades de todos os quadrantes partidários ou sem partido, que, em representação de várias instituições, têm participado activamente na realização das diversas edições do Congresso, não terão quaisquer razões de queixa a apresentar sobre a democraticidade do mesmo.

Quanto à crítica sobre a inconsequência das conclusões do Congresso ela deve ir inteirinha para todos, principalmente para os que têm maior influência junto do poder central, por não terem conseguido levá-las à prática ou influenciar decisivamente quem as podia concretizar.

Com efeito, o Congresso não é mais do que um espaço de análise e discussão da situação que a região vive, de onde são retiradas conclusões que constituem propostas para a melhorar, que cada um, com o poder que tem, deve procurar levar à prática.

O Congresso não tem uma estrutura fixa nem meios que lhe permitam, só por si, concretizar seja o que quer que seja.

Mas as verdadeiras explicações para as polémicas geradas em torno do Congresso são outras e estas, infelizmente, muito frequentes no Alentejo, que consistem em por em causa e criticar tudo que é feito, que não seja da nossa iniciativa e que não possa ser controlado a nosso belo prazer.

Este Congresso Alentejo XXI, conforme o presidente do seu Secretariado Permanente, o presidente da Câmara Municipal de Beja, Francisco Santos, não se tem cansado de afirmar, pretende acabar com o discurso lamechas e abrir “Caminhos do Futuro”.

Por isso não é de estranhar que os temas escolhidos para discussão sejam:

- Estratégia para o Desenvolvimento;

- Instrumentos para o Desenvolvimento;

- Regionalização.

Por isso também, será de esperar que aqueles que vêem em tudo o que mexe manifestações contra o governo - tal é a consciência pesada que carregam! – descontraiam e participem activamente e sem preconceitos no 14º Congresso Alentejo XXI, dando os seus contributos para enriquecer as suas conclusões e, depois, procurando que sejam concretizadas.

 

Lido na Rádio Terra Mãe, em 28.05.2008. 

 

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