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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Alvito acolhe utente a Cercibeja

Zé LG Zé LG, 13.05.08

A Câmara Municipal de Alvito e a Cercibeja assinaram um protocolo de cooperação com vista à integração da pessoa com deficiência no mundo do trabalho, tendo, ontem, um jovem natural do concelho de Alvito, começado a desenvolver a sua actividade nos jardins e espaços verdes do município, continuando a frequentar a Cercibeja durante dois dias da semana.

 

Espaço de Agricultura Biológica

Zé LG Zé LG, 13.05.08

abriu hoje na Cooperativa Proletário Alentejana de Beja, com desconto de 10% para quem, neste dia, fizer compras de produtos biológicos superiores a € 20,00, numa iniciativa da ADPM em parceria com a Cooperativa.

 

A crise alimentar

Zé LG Zé LG, 13.05.08

de que tanto se passou a falar, nos últimos tempos, a surgir, não será por impossibilidade de produzir os bens alimentares necessários mas apenas pelo controlo mundial, de preços e produções, feito pelas grandes multinacionais, através OMC, e dos governos dos diversos países que, submissamente em relação àquela, definem as políticas agrícolas, como se verifica com a PAC na UE.

 

Quercus preserva Carvalhal da Barranca da Loba em Montemor-o-Novo

Zé LG Zé LG, 13.05.08

A Quercus  revelou que estabeleceu um protocolo de colaboração com a Herdade do Freixo do Meio para a gestão conjunta do bosque do Carvalhal da Barranca da Loba, existente naquela Herdade, em Montemor-o-Novo, criando uma micro-reserva biológica com medidas de gestão específicas para a sua preservação.

«É um carvalhal quase puro, com centenas de carvalhos, alguns deles exemplares de grande porte, em que são precisas duas ou três pessoas para abraçar o tronco. É uma autêntica relíquia do que foram os bosques primitivos que, no passado, cobriram grande parte do país». «Há já poucos carvalhais e é preciso preservar os que ainda existem, porque são pequenos eco-museus do que foram os bosques do passado», assegurou José Paulo Martins, da Quercus.