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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Plano de Pormenor da Cavandela apresentado em Castro Verde

A proposta final do Plano de Pormenor do Empreendimento Turístico da Herdade da Cavandela é apresentada em sessão pública, entre as 15h00 e as 19h00 do dia 10, no Fórum Municipal de Castro Verde, através da promoção de uma reunião aberta do Conselho de Opinião, organizada pelo promotor do empreendimento e pela Câmara Municipal de Castro Verde, com a presença da equipa técnica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A proposta final do Plano de Pormenor pode ser consultada em www.cm-castroverde.pt.

6ª. Edição da Feira de Ervas Alimentares

  

realiza-se, entre os dias 9 e 11,

no Pavilhão de Feiras e Exposições da Orada,

concelho de Borba,

evidenciando a qualidade e excelência dos produtos locais e regionais,

dando especial realce às ervas alimentares e medicinais

e também ao queijo, ao vinho, ao azeite, aos enchidos, às compotas e à doçaria regional. 

 

Durante o decorrer do certame realizam-se

Provas Gastronómica,

utilizando algumas das mais características ervas alimentares e aromáticas  do Alentejo,

com a colaboração das tasquinhas,

onde poderão ser saboreados

Grãos com Cardos, Feijão com Alabaças, Feijão com Poejos.

 

Reunião preparatória do 14º Congresso Alentejo XXI

realiza-se esta tarde, na Universidade de Évora, contando com intervenções de Francisco Santos, Presidente do Secretariado Permanente e da Câmara de Beja, Luís Sousa Lobo, da organização do Madan Parque, sobre “A Rede de Ciência, Tecnologia e Inovação do Alentejo: Instrumento para a Estratégia de Desenvolvimento Regional” e dos presidentes da CCDRA, do NERE e da Câmara de Évora, do director-geral da ADRAL e do Vice-Reitor da Universidade de Évora, seguidas de debate.

 

Meritolerância

Vivemos uma época em que, muitas vezes, se procura fundir conceitos, algumas vezes antagónicos, pelo menos na aparência.

É neste contexto que apresento um conceito novo, o da meritolerância - que combine a meritocracia com a tolerância -, que precisa de ser desenvolvido.

Sempre defendi e continuo a defender que o mérito deve ser um factor fundamental na selecção e promoção profissional ou na escolha de pessoas para o desempenho de quaisquer outras funções políticas, institucionais, associativas ou empresariais.

De facto, o mérito, tal como o brio profissional e outros, é um factor que não deve ser menosprezado na escolha de pessoas para o desempenho de quaisquer actividades profissionais ou outras funções.

Mas o mérito não pode ser transformado num valor absoluto, até porque varia, quer em função do lugar que se pretende preencher quer em função de quem tem que escolher.

Fazê-lo seria desvalorizar outros critérios de avaliação também importantes e, fundamentalmente, desprezar inúmeras pessoas que, podendo não ter tanto mérito – tantas competências quanto outras mas têm outras qualidades (e necessidades), que as tornam mais adequadas e aptas para o desempenho de actividades profissionais ou outras funções -, que estejam em apreciação.

E, neste aspecto, considero que a tolerância é uma dessas qualidades que são capazes de fazer a diferença.

A tolerância, ou seja a capacidade de admitir o que é diferente, de ouvir, com redobrada atenção, quem pensa de outra forma, de ser capaz de aceitar que outros possam ver, analisar ou fazer melhor do que nós, é uma característica dos fortes e não, como alguns acham, dos fracos.

O facto de vivermos num mundo extremamente concorrencial e competitivo não deve levar-nos a desprezar os “fracos” - os que não têm as mesmas oportunidades, competências ou meios que nós – e, por isso, a considerá-los dispensáveis, fomentando a sua exclusão.

Nem todos ambicionam o poder (político, económico ou social) ou o estrelato. Muitos contentam-se em ser cidadãos comuns, com uma vida familiar, profissional, política ou social, normal.

Alguns outros, pela sua natureza ou por força das circunstâncias, não são bons em nada e até contribuem negativamente para o funcionamento da comunidade em que estão inseridos.

Não é - não deve ser - por isso que são atirados para o fundo do desfiladeiro, como se verificou noutros tempos.

As sociedades desenvolvidas e progressistas afirmam-se - devem afirmar-se – pela inclusão e não pela exclusão.

A concorrência e a competitividade não devem desenvolver-se pela negativa, através da exclusão dos menos ambiciosos ou menos aptos, mas, pelo contrário, pela afirmação e desenvolvimento das competências de todos, de forma a, embora diferenciadamente, satisfazer as necessidades e promover as condições e a qualidade de vida de todos.

A concorrência e a competitividade não têm de descambar forçosamente no, tão em voga, “salve-se quem puder” ou “vale tudo para atingir os meus objectivos”.

Nem sempre as circunstâncias da vida se resumem à fórmula simplista de vencedores e derrotados. Há circunstâncias em que os “derrotados” ganham mais do que os “vencedores” noutras circunstâncias e outras, ainda, em que todos ganham.

O que é fundamental é que ninguém seja excluído. Todos têm – devem ter – o seu papel e espaço na comunidade a que pertencem e a sociedade deve interrogar-se sobre o que em que está a falhar sempre que tal não se verifique.

Podem ser só “boas intenções”, porque sou “um homem de boa vontade”, como me classifica um padre meu amigo, mas estou convicto que o futuro e, principalmente, um futuro melhor tem de ser construído por todos, sem exclusões.

Não estamos no “reino dos céus”, em que todos “somos anjinhos”, como me costuma dizer um amigo católico, mas não temos de ser “demónios” sempre a tentar “passar a perna” ao próximo.

Basta sermos homens e mulheres que todos os dias procuramos fazer o melhor que conseguimos e que nos preocupamos mais com os que vivem pior do que nós.

Para que isto aconteça a meritolerância é o caminho.

 

24.04.2008

Publicado no nº 82 da Revista Mais Alentejo

Mais Alentejo nº 82

Já saiu o nº 82 da revista Mais Alentejo.

 

O tema de capa é,

desta vez,

"VIDAS DE CLAUSURA

- O dia-a-dia das freiras de Campo Maior."

 

Outros temas com capa são:

- "FÁBRICA GUADIANA";

- "ADEGA JOSÉ DE SOUSA";

- "PAULO PORTAS", na grande entrevista.

 

Outros temas ainda em destaque sâo:

"Animação Turística", na rubrica Sociedade

"Vendas Novas", nos Detalhes.

 

Comentários recentes

  • Anónimo

    Ora aqui está um tema que deveria ser motivo de re...

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    Pelos vistos vai ser o primeiro a profanar o sítio...

  • Anónimo

    Tens toda a razão. Já cá faltava a patetice da com...

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    Já cá faltava a patetice da habitual comparação co...

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