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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Semana Académica-2008” de Beja

realiza-se de hoje a Quinta-Feira,

organizada pelas quatro associações de estudantes das escolas do Instituto Politécnico de Beja, que pretendem “Levar as festividades à comunidade exterior”.

O desfile académico pelas ruas da cidade, na Quinta-Feira, é um dos pontos altos da “Semana Académica-2008”, que tem quatro noites, no Parque de Feiras e Exposições de Beja, animadas com espectáculos dirigidos aos diversos tipos de públicos, com

Tunas,

Quim Barreiros,

Kussundolola

e Primitive Reason.

“Ecos – Energia e Construção Sustentáveis”

O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, assiste, amanhã, às 12 horas, em Moura, à assinatura do protocolo relativo à candidatura “Ecos – Energia e Construção Sustentáveis”, coordenada pela Câmara Municipal de Moura e envolvendo também as Cidades de Beja e Serpa, no Baixo Alentejo, Peniche, Óbidos e Torres Vedras, no Oeste, e Silves, no Algarve, para além de outras instituições, apresentada às Acções Preparatórias das Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação, que foi uma das cinco aprovadas, a nível nacional, no âmbito daquele Programa.

A Rede “Ecos – Energia e Construção Sustentáveis” assenta na necessidade de dotar o país de um conjunto de centros de excelência no domínio da sustentabilidade e eficiência energéticas, seja a partir da promoção da construção sustentável, seja a partir da divulgação e disseminação de centros electroprodutores a partir de energias renováveis, entendidos como pilares de processos de desenvolvimento alargados. 

Comerciantes do Mercado Municipal de Alvito

montaram as suas bancas frente à Câmara Municipal, como protesto pelo atraso na reconstrução do edifício, cuja obra estava prevista demorar 5 meses e já leva 11, obrigando-os a manterem-se num armazém, para onde foram deslocados e o número de clientes reduz de dia para dia, temendo “que tenham que fechar os negócios”, contou Guiomar Marcelino à Rádio Voz da Planície.

João Paulo Trindade, presidente da Câmara Municipal, reconhece o atraso na execução da obra e a “razão do protesto dos comerciantes”, sustentando que nas próximas semanas “a mesma estará concluída”.

Para que a plantação de olivais não repita os erros da “campanha do trigo”

Sempre tive dificuldade de compreender e, principalmente, de aceitar que Portugal, sendo um dos poucos países com boas condições para produzir azeite, tivesse chegado a uma situação em que tinha, e ainda tem, de importar uma significativa percentagem do que consome.

Por isso mesmo vi com normalidade as crescentes plantações de novos olivais e sem grande surpresa a “invasão espanhola”, principalmente à medida que os perímetros de rega a partir da albufeira de Alqueva começaram a ser instalados no terreno.

Nunca me preocupou muito o perigo de se cair numa nova monocultura, porque me parece que tal nunca acontecerá, pelas áreas ocupadas por maiores que sejam.

No entanto, não deixei nem deixo de me interrogar sobre se, nalguns casos, a plantação de olivais e a, consequente, produção intensiva de azeite será a melhor utilização a dar a algumas terras e áreas de regadio.

E, ainda, que, para plantar olivais, se tivessem de arrancar montados de azinheiras e sobreiros, não só por se tratar de espécies protegidas mas também por reduzir ainda mais ecossistemas dos mais completos e adequados à realidade da nossa região.

É isto precisamente o que a QUERCUS, fazendo jus ao seu nome, veio denunciar estar a acontecer nalguns casos.

E se tal situação é grave pelas razões que referi torna-se (quase) criminosa se foi, como foi denunciado, autorizada pelo Ministério da Agricultura.

Tenho igualmente dúvidas, talvez porque não sou especialista na matéria, se a cultura tão intensiva, como parece estar a ser feita em muitos casos, seja a melhor solução em termos de preservação de solos e de qualidade e de competitividade do produto.

Se em relação à qualidade e à competitividade do azeite é compreensível que as empresas que estão a plantar os olivais acautelem a necessária avaliação de riscos, já em relação à eventual degradação de solos e a outros eventuais problemas ambientais deve competir ao governo tudo fazer para evitá-los.

Esperemos que esta revolução, que está a verificar-se nos campos da nossa região, produza os melhores resultados económicos e sociais e não provoque danos ambientais irreparáveis ou de difícil recuperação, a médio ou longo prazo, como aconteceu com a campanha do trigo há umas décadas atrás.

Se tais riscos forem, adequada e oportunamente, ponderados e combatidos e se todos, a começar pelo governo, através, principalmente, dos ministérios da Agricultura e do Ambiente, fizerem, como lhes compete, o trabalho de casa tal situação não acontecerá.

É isso que se espera, é isso que se exige!

Lido na Rádio Terra Mãe, em 26.03.2008

"O Governo trata mal os idosos e os reformados",

acusou Jerónimo de Sousa, ao saudar os milhares de reformados que se manifestaram esta  tarde para reivindicar o aumento das pensões, a abolição das taxas moderadoras e a revisão do complemento solidário do idoso.

"Os reformados e idosos estão a ser alvos da política de direita deste Governo", salientou secretário-geral do PCP, apontando como exemplos as alterações à lei de bases da Segurança Social, o encerramento de serviços de Saúde, o aumento do preço dos medicamentos ou a desvalorização das pensões.

Carvalho da Silva diz que "diabolização" do sindicalismo é "erro estratégico"

O líder da CGTP defendeu que a "diabolização" do sindicalismo é um "erro estratégico profundo", considerando "impensável" obter um quadro de relações laborais eficaz numa "lógica de combate ao sindicalismo e às organizações dos trabalhadores".

"Um debate profundo para produzir efeitos de mudança na sociedade portuguesa só pode ser feito directamente com os actores que existem e estão no terreno, tem de ser feito com os sindicatos e com os patrões. Custe o que custar mas é por ai", disse Carvalho da Silva.

"Ao discutir as leis laborais, não podemos deixar de constatar que os trabalhadores vêm sendo profundamente penalizados, com mais desemprego, com o aumento acelerado de precariedade e com mais rupturas de solidariedade", acrescentando que "temos de ter a noção de que os professores mais jovens já têm adquirido uma coisa, vão ganhar menos um terço do que ganhavam os mais velhos para as mesmas funções e exigências".

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