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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Informação e propaganda

Muitas vezes as instituições privilegiam a propaganda à informação.

Considero que isso é um erro, porque, para além da utilização de propaganda poder levantar dúvidas, a informação constitui um dever das instituições, porque as pessoas têm o dever de serem informadas sobre o que elas fazem e como gastam o dinheiro.

Para além disso, as pessoas são muito mais receptivas (e influenciadas pela) à informação do que (pela) à propaganda, que, muitas vezes, rejeitam liminarmente.

Vem isto a propósito de um caso de falta de informação notória, que verifico diariamente: As obras que têm estado a ser feitas nas ruas Cidade de São Paulo e General Humberto Delgado e transversais, em Beja, envolvendo canalizações e repavimentações não têm, que eu tenha visto, qualquer placa com as necessárias informações.

Não se sabe quem as mandou fazer, quem as está a fazer, de que constam, qual o prazo de execução, quanto custam, quem as financia, etc.

A Comissão Europeia e alguns Serviços da Administração Central obrigam à colocação e manutenção de placas informativas desde o início até algum tempo depois de terminadas as obras que financiam. Parece-me um bom exemplo a seguir…

Governo trata mal o Interior

“Nesta nova fase queremos construir mais 75 creches, representando 3850 novos lugares para as crianças até aos três anos, num investimento total de 37 milhões de euros", anunciou, o primeiro-ministro, que referiu que as novas creches serão lançadas ao abrigo de uma nova fase do programa PARES, "dirigida exclusivamente às áreas metropolitanas”.

Com medidas destas, orientadas exclusivamente para as “áreas metropolitanas”, fica clara, para quem ainda tinha dúvidas, que a política de Sócrates visa reforçar as áreas mais populosas, na perspectiva de obter mais apoios. O Interior que se lixe…

Novos Topónimos no Concelho de Alvito

Na vila de Alvito:

Rua da Rainha Santa Isabel, Rua do Dr. Ernesto Góis, Rua de Raul de Carvalho, Rua dos Quintais, Rua do Bacalhau, Rua de Dom Luís Cerqueira, Rua de São Miguel, Rua da Boa Vista, Rua dos Moinhos, Rua de Fialho De Almeida, Rua do Cante Coral Alentejano, Rua de Gil Vicente, Rua 25 De Abril, Rua das Flores, Rua 1º De Maio, Rua de António Delicado, Rua de Nossa Senhora Da Assunção, Rua do Frei Jorge Do Pombal, Rua do Emigrante, Travessa do Padre, Rua do Matadouro, Rua dos Frades Franciscanos, Beco da Nogueira, Azinhaga Velha, Travessa das Pedreiras, Travesa do Campo Da Bola e Rua do Pula.

 

Em Vila Nova da Baronia:

Rua de Sant'águeda, Rua de São Neutel, Largo de São Pedro, Rua de Manuel Marques, Rua do Campo da Feira, Rua de Túlio Espanca e Rua da Irmã Maria Pia.

 

Jerónimo de Sousa condenou as políticas económicas e sociais

da maioria socialista, acusou o governo de estar a destruir o Serviço Nacional de Saúde, tendo em vista a sua privatização, considerou que “ a agricultura não pode ser o parente pobre das políticas governativas porque é uma actividade estratégica para o desenvolvimento do país e para a sua soberania” e que os projectos estruturantes podem inverter a desertificação e combater o desemprego na região, manifestando a sua incompreensão face à opção do governo de não construir o futuro IP8 com perfil de auto-estrada até à fronteira.

Na visita que fez ontem a Beja, o secretário – geral do PCP louvou ainda o trabalho desenvolvido pelos autarcas da CDU no Concelho, afirmou que o partido “está bem” nos movimentos em defesa dos interesses das populações, acusando o PS de estar contra eles, como se verifica em relação à falta de médicos em Ferreira do Alentejo, e realçou que, face à “crise dos cereais”, o Alentejo poderia ser parte da solução do problema do “défice agro-alimentar” do país, não fossem os erros cometidos quando se pagou para não se produzir.

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