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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Tu, eu e o Fado"

é o título do primeiro trabalho discográfico de Edgar Baleizão.

A apresentação do trabalho, com um conjunto de doze temas originais, está marcada para o próximo Domingo, às 22 horas, no Centro Cultural de Alvito.

Edgar Baleizão foi entrevistado por Maria Luísa Silva sobre o trabalho e o seu percurso musical. A entrevista foi publicada no "Diário do Sul", no dia 26. 

A festa da democracia

O País habituou-se a ouvir o primeiro-ministro José Sócrates dizer que é a festa da democracia sempre que é confrontado com alguma manifestação popular de descontentamento face à sua governação.

Foi isso que aconteceu, mais uma vez, no fim-de-semana passado, em Évora.

Depois de anunciar um Alentejo novo, foi recebido, à entrada da Arena de Évora, por uma manifestação de dirigentes e activistas sindicais e de movimentos populares, que reclamavam por aquilo a que julgam ter direito.

Logo a seguir, já no interior daquele recinto, foi brindado com assobios e apupos de uma boa parte das pessoas que ali se deslocaram para presenciar mais uma cerimónia de entrega de diplomas e computadores a formandos das “Novas Oportunidades”.

Em reacção a essas manifestações, José Sócrates, com um sorriso forçado que não escondia o seu agastamento, disse que já estava habituado a elas e que não iria, por isso, mudar a orientação das suas políticas.

E acrescentou, como tem repetido um pouco por todo o lado, que essas manifestações representam a festa da democracia.

Estes factos parem indiciar que José Sócrates tem uma visão muito limitada do que é a democracia.

A democracia, sendo o governo da maioria, tem de respeitar igualmente as minorias, as oposições. Caso contrário tenderá a descambar em ditadura, mais ou menos formal mas real.

A festa da democracia, ao contrário do que José Sócrates considera, deve ser a construção de uma sociedade mais justa, com menos desigualdades, com a dignificação das pessoas através da satisfação das suas necessidades.

A festa da democracia deve ser também o respeito pelos eleitores, através do cumprimento das promessas eleitorais, e a governação para as pessoas e com as pessoas.

A festa da democracia não pode ser limitada àquilo que Sócrates considera ser o folclore.

A festa da democracia deverá ser também o reconhecimento e a correcção dos erros de algumas políticas e práticas do governo por parte do primeiro-ministro, que deverá estar mais atento e avaliar melhor as manifestações de desagrado que se têm intensificado.

A festa da democracia tem que ser feita para as pessoas e com elas, todas elas e não apenas as mais privilegiadas. Quando tal acontecer certamente as manifestações serão diferentes das, que hoje, tanto incomodam e perturbam o primeiro-ministro.

 

Lido na Rádio Terra Mãe, em 31 de Janeiro de 2008

Carnaval em Alvito

Depois de hoje se terem realizado desfiles das escolas pelas ruas de Vila Nova da Baronia e de Alvito, as festividades continuam, com o seguinte programa:
Hoje – Baile de Carnaval, com “Abel Caipira”, no Clube Casa de Alvito

Amanhã – Desfile de Carnaval, pelas ruas de Alvito, seguido de lanche nos Bombeiros Voluntários de Alvito

Segunda-FeiraBaile de Carnaval, com o Grupo “Inovação” e concurso de máscaras, no Centro Cultural de Vila Nova da Baronia.

Quarta-Feira - Enterro do Entrudo em Alvito.

"Crónica do Regicida Invisível - Alfredo Luís da Costa"

é um livro do jornalista Paulo Barriga, escrito a convite da Câmara Municipal de Castro Verde sobre um "filho da terra", que nasceu na freguesia de Casével "mas que ninguém conhecia", que foi apresentado, ontem, no Fórum Municipal.

Cem anos após o assassinato do rei D. Carlos e do príncipe herdeiro D. Luís Filipe, Paulo Barriga, num "exercício jornalístico, puro e duro", "como se os protagonistas não existissem na lonjura de um século, mas sim nos tempos correntes", escreveu três reportagens para narrar "a biografia possível de Alfredo Luís da Costa", o "esquecido" e "verdadeiro mentor" do regicídio.

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