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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Zangam-se as comadres…

Não há mais decoro. Estilhaçaram o verniz todo.

Então não é que o impoluto e intocável banqueiro que, depois de outros importantes feitos, criou o maior banco privado português, se vê confrontado com situações pouco edificantes?

A um dos seus filhos um dos seus administradores, por acaso o actual presidente do Conselho de Administração, decidiu, sem passar cavaco aos colegas, perdoar uma dívida de uns milhões de euros ao banco.

A outro administrador, seu amigo, foi igualmente perdoada a dívida de uns milhões de euros de juros.

O impoluto e intocável banqueiro é acusado de usar e abusar dos bens do banco, como se o banco fosse só dele, e de ter beneficiado de “compensações” muito “generosas” quando abandonou a presidência do Conselho de Administração para a entregar ao seu eleito, que recentemente afastou.

A tudo isto como respondeu tão importante senhor? – Primeiro, disse que não tratava de assuntos de clientes; depois, puxou do livro de cheques e, como se tratava de uns cêntimos, passou um cheque no valor da dívida do filho ao banco e considerou o assunto arrumado.

Ah! E não se esqueceu de esclarecer que não se demitiu do lugar que deveria ser, mais ou menos, honorífico mas que parece ser totalmente de “manda chuva”…

Isto é, o senhor não quer é deixar de ser o “manda chuva” do banco que criou e administrou de forma tão honesta, séria e com tão elevada ética...

Porque será? Porque quererá ele continuar a pôr e a dispor do banco, correndo com todos os que lhe fazem frente, como parece que aconteceu com o seu escolhido sucessor, quando este começou a querer mandar mais do ele?

Se quiséssemos ser mauzinhos diríamos que talvez fosse para continuar a fazer uns favores aos filhos, aos amigos, para além de se servir do banco como se fosse só dele. Mas não nos atrevemos sequer a pensar em tal tratando-se de tão impoluta e intocável figura…

 Bem, mas o que importa mais é que tudo isto é um retrato do que é o nosso país e de como ele tem evoluído nestes últimos anos.

O que conta não é quem trabalha e pretende levar uma vida séria e honesta. O que interessa é “subir a vida a pulso”, nem que para isso tenha de pisar todos os que se atravessem no caminho. E não esquecer o verniz, a aparência. E para isso é importante, senão fundamental, pertencer a algum grupo, de preferência a uma prestigiada “sociedade secreta”, principalmente quando a subida é muito íngreme…

É isto que os governos têm fomentado, com as suas políticas protectoras do capital e de todos os que “sobem a vida a pulso” usando e abusando de todos os estratagemas.

Os bancos são um bom exemplo disso mesmo. Uns quantos privilegiados dessas políticas e da insensatez de pequenos accionistas “sobem a vida de elevador” enquanto os outros, a imensa maioria, é atirada borda fora de uma vida digna.

Os primeiros são senhores a quem são permitidas todas as oportunidades e a quem tudo é perdoado. Os outros não têm qualquer direito a qualquer oportunidade e à minha falha são fortemente castigados.

Uns têm deslizes e fazem desfalques, os outros praticam crimes e roubam. Mas a culpa das coisas assim continuarem também é destes, que para tal contribuem com o seu voto e não só…

Uma nota final: Alguns termos que usei relacionados com culpa e perdão não foram usados por acaso mas porque me parecem os mais apropriados ao caso abordado…

 

 

Lido na rádio Terra Mãe, em 25.10.2006

“Mombeja – Aldeia Branca”

O livro de fotografias “Mombeja – Aldeia Branca” é apresentado pelo seu autor, Cláudio Garrudo, hoje, na Casa do Alentejo em Lisboa,.

O autor, que conheceu recentemente esta localidade do concelho de Beja, reconheceu na mesma motivos de interesse para as suas fotografias e registou o seu olhar nas ruas típicas, nos recantos das casas, na brancura das paredes. A preto e branco, Cláudio Garrudo descobre Mombeja, dividindo o seu livro em quatro partes: a aldeia propriamente dita, as gentes da terra, os locais de culto e o que se pode descobrir em redor da povoação.

Artesanato alentejano

É assim!,

o artesanato alentejano.

Feito de coisas simples,

mas gracioso,

evocando o passado

(a carroça puxada pelo muar)

ou

com utilidade prática

(a bilha de água)

e

feito de materiais da região,

como se vê na fotografia.

Câmara de Beja alarga rede de ciclovias

A Câmara Municipal de Beja está a construir duas novas ciclovias na Cidade: Uma, na Rua de Lisboa, ligando esta à Variante, e outra entre a Rua 1º de Maio e a Rua Ezequiel Soveral Rodrigues, ligando à Rua António Sardinha, já existente, com um valor orçado em 200 000 euros.

A obra está incluída na 2ª fase do Parque Urbano, que contemplará ainda a construção de infra-estruturas anexas ao relvado sintético e a substituição do equipamento do circuito de manutenção.

Feira Nova de Outubro, em Aljustrel

A Feira Nova de Outubro realiza-se entre os dias 27 e 28, no Parque de Exposições e Feiras de Aljustrel, onde decorre igualmente a VI Feira do Livro e Multimédia, entre os dias 26 e 31.

A VI Feira do Livro e Multimédia, organizada pela a Biblioteca Municipal de Aljustrel, reúne cerca de meia centena de editoras e milhares de títulos e tem como principal objectivo aproximar o livro do leitor/visitante. Marcam também presença nesta mostra editoras discográficas com as últimas novidades em CD, vídeos e DVD`S a preços atractivos.

XII Encontro Nacional de Municípios com Centros Históricos

O XII Encontro Nacional de Municípios com Centros Históricos realiza-se hoje e amanhã, no Centro de Congressos de Portalegre, reunindo autarcas e técnicos especializados na valorização, preservação e revitalização dos centros históricos portugueses, com o objectivo de debater diversos temas no âmbito das políticas urbanas de reabilitação.

Tribunal Central confirma razão da RTE

«O Acórdão põe assim fim à posição defendida pelo Presidente da Câmara Municipal de Évora a propósito das eleições de 2006 na Região de Turismo de Évora, que se centrou, em grande parte, na sua auto-nomeação unilateral como representante da Autarquia no colégio eleitoral da RTE, à revelia da Câmara Municipal. Recordamos que o Tribunal Administrativo de Beja anulou o acto do Presidente da Câmara, intimou-o a repor a legalidade e a convocar o Executivo Municipal para eleger o representante da CME, tendo esta designado a Vereadora Jesuína Pedreira. O Dr. José Ernesto Oliveira, inconformado, recorreu para o Tribunal Central Administrativo Sul, em Lisboa, que confirmou sem dúvidas a Sentença do Tribunal de Beja», pode ler-se no comunicado da Região de Turismo de Évora.

Uma vez que a Região de Turismo Planície Dourada vai ter eleições no próximo mês importa que as entidades que constituem o colégio eleitoral tenham presente esta situação e nomeiem, de acordo com a legislação aplicável, os seus representantes no acto eleitoral.

“Cultura e Tradição” gravado ao vivo em Alvito

O programa “Cultura e Tradição” da Rádio Terra Mãe

vai ser gravado ao vivo, hoje, a partir das 9h30,

do Centro Cultural de Alvito,

inteiramente consagrado ao concelho de Alvito.

O programa é da responsabilidade

de Midus Chambel e Lurdes Nobre,

conta com a colaboração da autarquia local

e com a participação de diversos entrevistados,

para além do público em geral,

e será emitido no Domingo, no espaço 10h-13h,

em 97.5FM e no site www.radioterramae.com.

Comentários recentes

  • Anónimo

    O problema é que em Beja este ou outro tema verdad...

  • Anónimo

    Tão simples como, para a concretização desses inve...

  • Anónimo

    Ora aqui está um tema que deveria ser motivo de re...

  • Anónimo

    Pelos vistos vai ser o primeiro a profanar o sítio...

  • Anónimo

    Tens toda a razão. Já cá faltava a patetice da com...

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