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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"A Imperfeição do Amor" apresentado hoje em Beja

“A Imperfeição do Amor”, o mais recente romance de Joaquim Figueira Mestre, é apresentado esta noite, às 21.30 horas, na Biblioteca Municipal de Beja, pelo jornalista Carlos Pinto Coelho.

 

O autor, director da Biblioteca Municipal de Beja, já publicou antes o “Livro do Esquecimento” e o romance “O Perfumista”, editado pela “Oficina do Livro”, em 2006.

 

“A Imperfeição do Amor” é o seu segundo romance e tem como pano de fundo a vila de Mazouco, na Galiza. "A história central é escrita em torno de duas personagens, uma criança que adivinha o futuro e um homem que escreve cartas de amor", esclarece Joaquim Figueira Mestre, que gosta de dizer que a sua escrita "é labiríntica" e explica que "a história central deste romance leva a outras, a um conjunto de acontecimentos que se entrelaçam na trama original".

 

Carlos Pinto Coelho, que apresenta "A Imperfeição do Amor", revelou à Voz da Planície que "este livro é uma colecção de histórias, que se passam na Galiza" e que "esta obra é um retrato apurado e crítico da história recente de Espanha", salientando que "é um romance muito bem escrito e saboroso de ler".

Contrato de exploração das centrais hidroeléctricas de Alqueva e do Pedrógão

A EDIA e a EDP assinam, esta tarde, no Ministério da Agricultura, em Lisboa, numa cerimónia presidida pelo ministro da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, o contrato de exploração das centrais hidroeléctricas de Alqueva e de Pedrógão.

O contrato define as condições que regularão a exploração hidroeléctrica daquelas centrais nos próximos 35 anos e a EDP paga 300 milhões de euros por esta concessão. Este encaixe permitirá à EDIA antecipar a conclusão das obras de regadio do Alqueva em, pelo menos, dez anos, para 2015. 

ANMP e ANAFRE rejeitam a proposta de OE para 2008

O Conselho Geral da ANMP reuniu em Coimbra e rejeitou, por unanimidade, a proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2008, por considerar que as autarquias são lesadas em “cerca de 200 milhões de euros”, porque "vão receber apenas 4,5 por cento das receitas fiscais provenientes do IVA, IRS e IRC, quando deveriam ver entrar nos seus cofres uma percentagem correspondente a oito por cento".

A ANMP diz também que "a proposta de lei do OE 2008 não cumpre a Lei de Finanças Locais imposta pelo próprio Governo em 2006" e insurge-se, ainda, contra a regulamentação do QREN, dizendo que "viola a autonomia do poder local".

Também a ANAFRE acusa o Governo de desrespeitar a Lei de Finanças Locais na atribuição de verbas disponibilizadas no OE 2008 para o poder local.

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