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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Mais Alentejo renovada

Já saiu o número 75 da revista Mais Alentejo.

 

Surge completamente renovada, principalmente nos aspectos gráficos, incluindo o logótipo.

 

O tema de capa é “Sensual – vinho alentejano”.

 

São ainda destacados: “Tradições – Barrancos”, “Percursos – no caminho sob as estrelas” e “Protagonistas – Francisco Moita Flores”.

 

Como novidade aparece ainda Joaquim Letria a juntar-se ao grupo de cronistas residentes.

 

A qualidade mantém-se, se é que não aumentou.

Cada vez mais viva e actuante

Há para aí uns doze anos descobri o, então jornal, Mais Alentejo. Desde então tornei-me seu leitor, principalmente das entrevistas a autarcas e reportagens sobre as terras alentejanas e de alguns artigos de opinião.

O jornal sofreu depois uma interrupção e voltou a publicar-se, algum tempo mais tarde, quando os seus proprietários e directores passaram a residir em Alvito, onde instalaram, também, a redacção do jornal.

Uns anos depois o jornal voltou a interromper a publicação, para, algum tempo depois, há oito anos, sair a revista Mais Alentejo, primeiro em formato tablóide e depois em formato de revista.

Quer em formato de jornal quer de revista sempre o jornalista António Sancho foi o seu  director, tendo Filomena Ramos, sua companheira, assumido progressivamente mais protagonismo até desempenhar as funções de directora-adjunta e editora de fotografia, com grande sucesso, com o pseudónimo de Maria Cascais.

Por várias vezes António Sancho me convidou para colaborar com o jornal/revista Mais Alentejo. Sempre fui recusando tal convite, com o argumento de que o exercício das funções de autarca a tempo inteiro me deixavam pouco tempo e à vontade para colaborar regularmente.

Quando deixei de exercer tais funções naquelas condições e perante a repetição e insistência do convite acabei por aceitá-lo e passei a colaborar através de uma crónica por edição, a partir de Fevereiro de 2002.

António Sancho ainda insistiu comigo para que a minha colaboração fosse alargada a outras áreas da revista mas nunca aceitei, apesar de o fazer com alguma relutância, devido ao meu interesse pela comunicação social.

A minha colaboração com a revista Mais Alentejo, dura, por isso, há cerca de cinco anos e meio, e traduz-se na produção de uma crónica por edição. Para além disso limito-me a fazer, em conjunto com o director, a redacção, o staff e os outros cronistas, uma análise crítica de cada edição e algumas sugestões para o futuro da revista, bem como a colaborar na indicação dos candidatos aos Prémios Mais Alentejo.

Sempre achei uma grande aventura e um enorme risco qualquer novo projecto de comunicação social no Alentejo, que não tivesse por trás qualquer instituição que o suportasse, tendo em conta o rarefeito mercado de leitores e publicidade.

Se fosse crente de alguma religião diria que só por milagre um novo órgão de comunicação social sobrevive no Alentejo.

Por isso sempre tive muitas dúvidas sobre a sobrevivência do projecto Mais Alentejo, principalmente a partir do momento em que enveredou pelo formato de revista de crescente qualidade, designadamente gráfica.

Ainda por cima, para além da sua independência económica, a Mais Alentejo tem mantido independência editorial, o que lhe tem custado muitos dissabores, que vão desde a retaliação com o corte de publicidade até a alguns processos em tribunal por parte de alguns dos que são criticados nas suas páginas.

Não conhecendo em pormenor mas sabendo de algumas das dificuldades de gestão de um projecto desta natureza já algumas vezes me pareceu que a revista não se aguentava e que teria de fechar, pelo que acho que só por “milagre” ela se tem mantido e sempre em crescendo de qualidade.

Não sei quantos são os responsáveis por tal “milagre” mas tenho a certeza que os que têm sido decisivos para ele são o António Sancho e a Filomena Ramos, que, mesmo quando ninguém mais parece acreditar nele, eles continuam a dar tudo o que têm e não têm para que ele vingue.

Em Junho, o Clube de Jornalistas decidiu atribuir o Prémio Gazeta Imprensa Regional à revista Mais Alentejo, publicação mensal, com oito anos de existência, fundada e dirigida por António Sancho, que, com sede e redacção em Beja e delegados em Portalegre e no litoral alentejano, “conquistou, graças a uma qualidade gráfica invulgar e uma informação atenta e plural sobre figuras e realidades da vasta região alentejana, um espaço, influência e prestígio que a colocam entre os bons exemplos de uma renovada Informação regional, cada vez mais viva e actuante”.

Este é, seguramente, o prémio (e o reconhecimento) mais ambicionado por qualquer órgão de comunicação social porque é atribuído por um júri de especialistas e tempor objectivo a valorização dos jornalistas portugueses, assim como o estímulo da qualidade do jornalismo”.

Como tantas vezes e em tantas situações acontece também a revista Mais Alentejo, cujo importante papel para a afirmação e promoção do Alentejo nem sempre é suficientemente valorizado pelos decisores regionais, foi reconhecida como um dos melhores (o melhor nesta última avaliação) produtos jornalísticos regionais do nosso país.

O Alentejo está de parabéns por ter uma revista Mais, tal como de parabéns está o António Sancho pela qualidade alcançada pelo projecto que criou e dirige, agora reconhecida pelos seus pares.  

Alvito, 16 de Agosto de 2007

Publicado na edição nº 70 da revista Mais Alentejo

11 de Setembro – seis anos depois

Já passaram seis anos sobre os inacreditáveis e horríveis atentados contra as torres gémeas de Nova Yorque.

 

Seis anos que mostraram o falhanço total da administração norte-americana no combate às “forças do mal”. Seis anos depois, o mundo não está mais seguro nem melhor. Os países que foram invadidos pelas forças norte-americanas e suas aliadas estão uns caos e as suas populações têm sofrido na pele os efeitos da política imperialista e predadora dos neo-conservadores da administração Bush.

 

Durão Barroso e todos os outros que deram cobertura a tais desmandos assobiam para o lado como se nada tivessem a ver com o assunto.

 

O mundo precisa de novas políticas e novos equilíbrios, mais respeitadores do ambiente, dos direitos humanos, da soberania dos povos e de mais justiça social.

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