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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Será agora que Alvito vai ter creche?

O Governo anunciou a aprovação de mais 258 creches, no âmbito do PARES II - Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais. Com estas e as da primeira fase, o país ganha mais 394 creches.
Segundo a Carta Social de 2006, o país contabilizava 2010 creches, isto é, 1478 da rede solidária, 75 da rede pública e 457 da rede lucrativa (privados). Com o PARES, pretende-se alargar esta rede, de forma a que 111 mil crianças sejam abrangidas pelas creches.
Este projecto poderá significar que no final do PARES não haja um único concelho sem creches. Em 2004, Portugal registava 10 concelhos sem um destes equipamentos: Vila do Bispo, Aljezur e Monchique, no distrito de Faro; Barrancos e Alvito, no distrito de Beja; Mourão, no distrito de Évora; Constância e Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém; e Mortágua e Penalva do Castelo, no distrito de Viseu.
"Os diferentes concelhos terão agora uma cobertura de acordo com as suas necessidades e devo dizer que haverá concelhos com uma cobertura muito superior a 33%", garante o ministro Vieira da Silva.

 

Será desta vez, com o PARES II, que Alvito sai daquela lista negra e cria a tão necessária creche? Quem assume a responsabilidade se tal não acontecer?

Aguarda-se que alguém informe da situação em que se encontra o processo.

Denunciar a ofensiva do Governo contra os trabalhadores

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, no discurso de encerramento da Festa do Avante!, fez, entre outras, as seguintes afirmações:

- "É tempo de o primeiro-ministro perceber que já não pega quando apela aos sacrifícios e à compreensão de todos os portugueses, enquanto permite que um punhado de nababos amassem fortunas colossais", porque "atrás do falacioso discurso de Sócrates dos sacrifícios para todos, as fortunas dos 100 mais ricos do país continuaram a crescer" enquanto "o crescimento económico continua incipiente e a economia não sai da apatia e do marasmo".

- "a chamada operação furacão corre o risco de se transformar numa `brisa suave´ para a banca" devido à "continuada insuficiência de meios de investigação" na criminalidade económica.

- "São estes sectores - a direita dos grandes interesses económicos e da alta finança - que cada vez mais estão empenhados em garantir, no imediato, o prolongamento da vida do Governo do PS", existindo entre o Presidente da República e o primeiro-ministro um "compromisso estratégico" para "prosseguirem o seu projecto comum contra as conquistas de Abril"

- "Não permitiremos que o Governo atire a pedra e esconda a mão", recorrendo "de modo crescente à ameaça e à intimidação" que são "conducentes a derivas anti-democráticas".

Apontando o combate ao desemprego e às alterações às leis laborais, nomeadamente para impor "a flexisegurança à portuguesa para facilitar os despedimentos", Jerónimo de Sousa anunciou uma campanha nacional que visa "denunciar a ofensiva do Governo contra os trabalhadores" e, manifestando "preocupação" pelos "cada vez mais frequentes actos de intolerável limitação de direitos e restrições de liberdades de acção política e sindical", exigiu "o imediato arquivamento de processos movidos pelo Governo contra os trabalhadores do Metro e da Transtejo" pela sua participação na greve geral de Maio passado.

 

Retirado de Lusa/fim

“Vamos discutir, vamos construir” em Serpa

A Câmara Municipal de Serpa promove a iniciativa “Participar no nosso concelho – Vamos discutir, vamos construir”, desde 2003.

 

Depois de enviar um guia explicativo do Orçamento Participativo e realizado reuniões preparatórias com as juntas de freguesia e os conselhos municipais, a Câmara Municipal realiza, entre 13 e 24 deste mês, sessões públicas em todas as freguesias, com o objectivo de fazer o balanço do trabalho realizado, o estado das obras e das acções previstas ou em curso, e recolher as sugestões e as contribuições das populações sobre o que consideram mais importante e prioritário para a sua qualidade de vida, para a melhoria da sua terra e para o desenvolvimento do concelho. Algumas das sugestões serão tidas em conta nas grandes Opções do Plano (Plano de Actividades) da Câmara Municipal para 2008.

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