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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Mais Alentejo ganha “Prémio Gazeta Imprensa Regional”

O Prémio Gazeta Imprensa Regional foi atribuído pelo Clube de Jornalistas à revista “Mais Alentejo”, publicação mensal, com oito anos de existência, fundada e dirigida por António Sancho, antigo jornalista da agência LUSA. Com sede e redacção em Beja, e delegados em Portalegre e no litoral alentejano, a “Mais Alentejo”conquistou, graças a uma qualidade gráfica invulgar e uma informação atenta e plural sobre figuras e realidades da vasta região alentejana, um espaço, influência e prestígio que o colocam entre os bons exemplos de uma renovada Informação regional, cada vez mais viva e actuante.

O Júri dos Prémios Gazeta deliberou, ainda, atribuir: o Grande Prémio Gazeta 2006 a Jacinto Godinho, da RTP1”; o Prémio Gazeta Revelação a João Pacheco, da revista “Pública”; e o troféu Gazeta de Mérito a Manuel António Pina, redactor e editor, durante três décadas, do “Jornal de Notícias” e, actualmente, colaborador da revista “Visão” e do “JN”.

Colocados sob a égide do primeiro jornal português, os Prémios Gazeta, atribuídos pelo Clube de Jornalistas têm por objectivo a valorização dos jornalistas portugueses, assim como o estímulo da qualidade do jornalismo. O Júri tem a seguinte composição: Daniel Ricardo(CJ), Eduardo Gageiro(fotojornalista), Eugénio Alves(Presidente do CJ), Fernando Cascais(director do Cenjor), Fernando Correia(jornalista e professor universitário), Guiomar Belo Marques(CJ), Jorge Leitão Ramos(crítico de cinema e televisão), José Rebelo(professor universitário), José Manuel Paquete de Oliveira(sociólogo e professor universitário).

 

Alvitre elaborado com base em comunicado do Clube de Jornalistas

Francisco do Ó Pacheco absolvido da acusação do crime de peculato de uso

Dez anos depois, o antigo presidente da Câmara Municipal de Sines, Francisco do Ó Pacheco, foi absolvido, da acusação do crime de peculato de uso, de que foi alvo por parte do Ministério Público de Santiago do Cacém.

 

Nos anos de 1991 e 1992, face às dificuldades financeiras vividas no Município de Sines, o então presidente, optou por pagar primeiro os vencimentos dos funcionários da autarquia, depois aos empreiteiros e, com as verbas restantes, suportar alguns encargos com as Finanças e a ADSE. Esta decisão levou o Ministério Público a acusá-lo do crime de peculato de uso, ou seja, de ter utilizado para outros fins verbas proveniente do erário público.

 

Na passada segunda-feira, a juíza do Tribunal de Santiago do Cacém leu a sentença, onde referia que “não tinha quaisquer dúvidas na absolvição do arguido”, tendo o entendimento de que “os municípios em geral têm um conjunto de responsabilidades a que têm obrigatoriamente de dar resposta” e “que neste quadro complexo não têm tido do Estado a compensação necessária”.

 

Em declarações à Rádio Sines, Francisco do Ó Pacheco mostrou-se satisfeito com a decisão e disse que "não esperava outro resultado", lamentando contudo "o facto de se ter demorado 10 anos a fazer justiça".

 

Demorou mas fez-se justiça.

Um abraço, Chico.

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