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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Valito” expõe em Museus Nacionais

Três quadros de Florival Candeias, aluno da CerciBeja, residente em Alvito e conhecido na comunidade pelo Valito, foram seleccionados para a iniciativa “Não há Arte à Parte”, organizada pela FENACERCI em colaboração com o Instituto Português dos Museus.

No passado dia 14 de Maio, um dos trabalhos do Valito esteve exposto no Centro Cultural de Belém, onde o autor esteve presente, com os seus pais e irmão, amigos e representantes da CerciBeja. No dia 23 de Maio, foi apresentada a obra “Valito e o Irmão”, no Museu da Música, em Lisboa.
A obra do Valito foi bastante reconhecida pelo pintor João Vieira.

In: http://www.cm-alvito.pt/

“Serros Da Mina” Medalha de Prata no IX Concurso Mundial de Vinhos

A primeira produção comercializada do vinho Serros da Mina Tinto, colheita de 2004 conquistou uma Medalha de Prata no IX Concurso Mundial de Vinhos (Wine Masters Challenge 2007), realizado em Março, no Estoril, destacando-se como um dos 134 vinhos com este prémio entre 3 801 inscritos.

O Serros da Mina Tinto 2004, que já tinha merecido referência e classificação bastante positivas no guia de vinhos de João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2007, com nota de prova 15, pode ser comprado, ao preço de 26,00€ por caixa de 6 unidades, na Adega da Herdade das Barras, em Vila Nova da Baronia, da Sociedade Agro-Pecuária do Oeste Alentejano, Lda, (SAPOA).

 

In: http://www.cm-alvito.pt/

Alvito assinala Dia Mundial da Criança

31 de Maio  – Quinta Feira

10h00-19h00 – 1ª Feira de Trocas de Material Escolar Usado, na Biblioteca Municipal

10h00 – “Aprender a circular em  segurança”, no PULA

01 de Junho - Sexta Feira - Dia Mundial da Criança

10h00 - Pinturas em papel de cenário; Pinturas Faciais; Insuflável; Jogos Tradicionais; Gincana de Bicicletas; Demonstração Judo, no Centro Cultural de Vila Nova da Baronia

13h00 – Almoço convívio

14h00 –Tarde de Karaoke - “Pequenos (grandes) Artistas”

04 de Junho – Segunda Feira

14h00 - Reunião de Câmara Júnior, na Sala de Sessões da Câmara Municipal

Festa da Criança em Beja

A Festa da Criança realiza-se, nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, no Parque de Feiras e Exposições de Beja. As actividades disponíveis incluem oficinas de pintura e desenho, azulejaria, reciclagem, modelagem, actividades desportivas e de animação, jogos temáticos e tradicionais, espaços de leitura e de BD, para além de espectáculos de teatro e de dança, entre outras. 
 
O dia 31 de Maio é dedicado às escolas, que apresentam e divulgam os seus projectos ambientais à comunidade, antecipando a celebração do Dia Mundial do Ambiente.
No dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança, as actividades são inteiramente dedicadas à infância. 


Ver
Programa de Actividades Festa da Criança
Ver Programação Festa da Criança

“O Tapete está na Rua 07”

“O Tapete está na Rua 07”, de 1 a 10 de Junho, no centro Histórico de Arraiolos, integrando actividades culturais, nomeadamente espectáculos, exposições, colóquios e debates, com especial destaque para a “Mostra de Tapetes de Arraiolos”, que é inaugurada no dia 1 de Junho e está patente ao público durante o decorrer do festival.

 

PROGRAMA MUSICAL:

Dia 1 - Espectáculo de Filipa Pais, homenagem Zeca Afonso;

Dia 3 - Dança e fado “Tablao do Fado”, pela Companhia de Dança Amalgama de Lisboa;

Dia 6 - Teatro de Rua Anima Sonho / Teatro de Bonecos do Brasil “Bonecronicas”;

Dia 9 - Espectáculo circense “Novo Circo de Shangai”;

Dia 10 - Espectáculo de Encerramento com os grupos “Txtapum” e “Hot-5-Tet”.

 

Mais informação em: http://www.cm-arraiolos.pt/

Regionalização volta à ordem do dia

Depois de terem voltado a intensificar-se as tomadas de posições sobre a necessidade de avançar-se com a regionalização administrativa do Continente, foi criada, há algumas semanas, por uma centena de personalidades dos mais diversos sectores, a Associação Movimento Cívico “Regiões Sim”, que pretende recolher as 75 mil assinaturas necessárias para apresentar na Assembleia da República uma proposta legislativa para realizar um novo referendo para criação das regiões administrativas.

Entretanto, o Professor Feitas do Amaral, reconhecido especialista em direito administrativo, durante a sua última lição, na Reitoria da Universidade Nova, afirmou: «Ou se cumpre a Constituição, regionalizando o continente, seja qual for a solução encontrada, ou se suprime da Lei Fundamental o dever de regionalizar» - fim de citação - para acabar com a «situação de flagrante inconstitucionalidade por omissão», concluiu.

Esta tese, a de que não fazer a regionalização é uma inconstitucionalidade por omissão, foi defendida até ao fim dos seus dias pelo saudoso Luís Sá, dirigente do PCP e estudioso das questões do Estado e do Poder Local. Finalmente, começam a dar-lhe razão…

Razão esta que nada significa para José Sócrates, que, no final daquela última lição do Professor Feitas do Amaral, reiterou que o seu Governo não apresentará nenhuma proposta de regionalização do país até 2009 e não deu como certo que isso aconteça na próxima legislatura, afirmando: «Não será nesta legislatura. Talvez na próxima, se todos chegarmos à conclusão de que esse é o momento e se houver uma proposta que reúna um nível de consenso e que permita ter uma expectativa de vitória», resumiu.

Ou seja, o Primeiro-Ministro insiste em não cumprir a Constituição da República Portuguesa, que jurou cumprir. E fá-lo em defesa da regionalização, que não quer impedir que se faça com novo chumbo num novo referendo. É esta a visão do estado de direito democrático que José Sócrates tem… Por aqui estamos conversados.

Para cumprir a Constituição da República Portuguesa, regionalizando o Continente, não é necessário fazer qualquer referendo. Fazê-lo é referendar a Constituição e isso não só não está previsto como é um caminho perigoso para o regime democrático, como se tem visto noutros países.

O problema é outro. A regionalização não avança com maiorias absolutas no poder. O poder central é centralizador, por natureza, e quem o detém não está disposto a ceder uma parte. Só o fará se a isso for obrigado. E isso só será possível em situação de maioria relativa, quanto mais pequena mais fácil será. É isso que a experiência mostra. Alguns passos que foram dados, no passado, foram sempre em situação de maiorias relativas, em que as pressões das oposições a tal forçou.

Mal se recomeça a falar mais da necessidade da regionalização e logo aparecem os seus contestatários a ameaçar com as consequências mais terríveis, desde a desagregação do estado e da nação até aos elevados custos e ao aumento da burocracia que o processo trará. E apontam, repetidamente, como alternativas à regionalização a descentralização e o reforço do municipalismo.

Ora, a regionalização administrativa do país deve ser feita, em primeiro lugar, para cumprir a Constituição. É inaceitável que, mais de trinta anos depois de aprovada a Constituição, um dos três pilares do edifício do estado que ela determina não seja erguido. Continua assim um vazio, que tem dado e continua a dar para todos os jogos, entre o poder central e o poder local.

Em segundo lugar, e ao contrário do que apontam os seus detractores, a regionalização deve ser feita com respeito pelo poder local e a sua forte participação e com uma forte descentralização do poder central para o regional e o local.

Em terceiro lugar, a regionalização poderá e deverá contribuir para reforçar a coesão do estado e da nação porque reforçará a coesão territorial, através de um desenvolvimento mais equilibrado do país.

Em quarto lugar, a regionalização poderá e deverá não contribuir para o aumento da despesa pública na medida em que eliminará serviços e lugares de direcção, que hoje existem na administração central e desconcentrada. Deverá igualmente contribuir para a redução da burocracia pela maior proximidade aos cidadãos, quer ao nível físico quer ao nível da decisão, porque os seus responsáveis passam a ser eleitos e, por isso, a prestar contas aos seus eleitores.

Não sendo uma panaceia para os problemas que o país atravessa e o Interior de forma mais acentuada, poderá ser um instrumento fundamental para enfrentar e resolver mais facilmente alguns deles. E isso acontecerá mais facilmente se o processo da regionalização for acompanhado por uma correcta política nacional de desenvolvimento regional.

 

Lido na Rádio Terra Mãe, em 24.05.2007

Margarida Água Pródiga

Esta noite, na Feira do Livro de Évora, Margarida Morgado apresentou o seu último livro de poesia “Água Pródiga”, editado pela Associ’ Arte.

 

A apresentação, a que assistiram largas dezenas de pessoas, conduzida por Carlos Júlio e Midus Chambel, contou com a participação de inúmeros amigos, que disseram poemas ou fizeram depoimentos sobre a Margarida, que foi falando de si e do livro.

 

dentro de mim há um sem palavra

impossível de nomear

nele desaguam os rios sem leito

onde bebem bichos errantes

pássaros perdidos do bando

na hora de emigrar

Criados cursos a pensar no Aeroporto de Beja e em Alqueva

A Escola Secundária D. Manuel I, de Beja, vai abrir cinco novos cursos profissionais para formar mão-de-obra especializada e adaptada às necessidades de Alqueva e do futuro aeroporto da cidade: Técnico de Manutenção Industrial (aeronaves), Técnico de Turismo (área de Hotelaria e Turismo), de Técnico de Sistemas de Informação Geográfica (área de Ordenamento do Território e Ambiente) e Técnico de Gestão e Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos.

 

Os novos cursos, a funcionar já no ano lectivo de 2007/2008 pretendem, de acordo com as declarações aqui de Manuel Covas Lima, presidente do conselho executivo da escola, «formar mão-de-obra especializada e adaptada» às necessidades do futuro aeroporto de Beja, actualmente em construção e que deverá estar operacional em 2008, e da valência turística de Alqueva.

 

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Comentários recentes

  • Anónimo

    O Lagar é uma pena (o que não se fazia com 3,5 mil...

  • Anónimo

    ????????????????????

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    Ninguém comenta a capa verde?

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    Obrigado caro amigo. Um grande abraço. Ricardo (Se...

  • Ana Matos Pires

    Sim, vai seguir mail e o jornal fará o que entende...

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