Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O “dinossauro” de Castro Verde

Fernando Caeiros gosta de ser presidente da Câmara de Castro Verde. O doce sabor do poder aconchega a sua longevidade no cargo, mas o essencial da sua paixão é mesmo o exercício da actividade autárquica. Estar ali é ter a possibilidade de empreender novos desafios – seja um fontanário, uma rede de abastecimento de água, a construção de um cine-teatro ou uma nova zona habitacional. Quem o conhece sabe bem da sua dedicação. “Às vezes excessiva, centralista, demasiado ligada às coisas, mas sempre com trabalho até à exaustão”, assinala um companheiro de todas as lutas, que diz conhecê-lo “de ginjeira”. Um daqueles que prefere não pensar no dia em que Caeiros recuse voltar a candidatar-se à liderança da Câmara.


Pode ser que seja já em 2009. Se lhe perguntarem, lá virá a resposta clássica: “Não conto ser candidato”. Uma forma de reforçar a mensagem repetida na última eleição: “Esta será a última vez que me candidato”, disse perante o sorriso cúmplice de quem já duvida de tanta promessa.
Ele próprio compreenderá bem disposto que muitos não o levem a sério quando fala deste assunto. O discurso repete-se desde o início dos anos Noventa e, até agora, aconteceu aquilo que se sabe. Recandidatura atrás de recandidatura.


Por isso, aos 52 anos, este homem nascido em Entradas, a mais “influente” freguesia do concelho de Castro Verde, já leva três décadas na cadeira do poder. Como ele, também há 30 anos no cargo, só mesmo Mesquita Machado (Braga), Jaime Soares (Vila Nova de Poiares), Vítor Martelo (Reguengos de Monsaraz) e Álvaro Pedro (Alenquer). Caeiros é um dos cinco “dinossauros” que resistem no país. E referência incontornável da política alentejana.

 

In: www.correioalentejo.com/

“1001 Quadras”

“As quadras que eu faço

Faço-as com pouco saber

Como não tenho mais ciência

É só para entreter.”

 

 “1001 Quadras” é o primeiro livro de José Florêncio, já com 4 edições, tendo a 1ª sido publicada quando tinha 92 anos (nasceu em 31 de Dezembro de 1910).

Tem em preparação um novo livro, que será editado no próximo ano.

É espantosa a vitalidade do Senhor José Florêncio, que vive num lar em Évora, a sua cidade, e vende o seu livro de mão em mão. É uma lição de vida e de vitalidade.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Tristeza de comentário!

  • Anónimo

    Vamos lá ver como é que os nossos políticos e afin...

  • Anónimo

    Fartura de partidos! Tudo quanto é demais não pres...

  • Anónimo

    Tem razão! No entanto é necessário não perder voz,...

  • Anónimo

    Foram buscar o antigo imperador JR .....dizem que ...

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds