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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Circuito Hidráulico de Adução à Barragem de Odivelas

 

Consulta Pública

O projecto acima mencionado localiza-se nas freguesias de Alvito e Vila Nova da Baronia (concelho de Alvito) e Odivelas (concelho de Ferreira do Alentejo) e está sujeito a um procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental.

O Estudo de Impacte Ambiental, incluindo o Resumo Não Técnico, encontra-se disponível para Consulta Pública, durante 26 dias úteis, de 23 de Novembro de 2006 a 3 de Janeiro de 2007, nos seguintes locais:

-Instituto do Ambiente - Rua do Século, nº 63 1200-433 Lisboa

-Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo - Estrada das Piscinas, 193 7000-758 Évora

-Câmaras Municipais de Alvito e de Ferreira do Alentejo

O Resumo Não Técnico pode ser consultado nas Juntas de Freguesia de Alvito e de Vila Nova da Baronia (concelho de Alvito) e Odivelas (concelho de Ferreira do Alentejo), encontrando-se também disponível em www.iambiente.pt

No âmbito do processo de Consulta Pública serão consideradas e apreciadas todas as opiniões e sugestões apresentadas por escrito, desde que relacionadas especificamente com o projecto em avaliação. Essas exposições deverão ser dirigidas ao Presidente do Instituto do Ambiente até à data do termo da Consulta Pública.

Participe a sua opinião é importante e conta

Nota de Imprensa do Gabinete de Informação e Comunicação da Câmara Municipal de Alvito

O poeta solitário de Alvito

ALENTEJANOS DA HISTÓRIA

Raul de Carvalho
O poeta solitário de Alvito

 “Perpassa na poesia de Raul de Carvalho um desespero anárquico constantemente dividido entre um terno sentimento e uma solidão angustiosa”. Quem o afirma é o crítico Serafim Ferreira, analisando assim a obra poética de Raul de Carvalho, que na sua solidão envolve de “recôndita ternura os Homens e os seres que os rodeiam” através de uma escrita onde as influências de Fernando Pessoa e Teixeira de Pascoaes são bem notórias. Nascido em Alvito a 4 de Setembro de 1920, Raul Maria de Carvalho passou toda a sua infância no Baixo Alentejo, onde brincou ao sabor do vento e das estações na planície. Um período de memórias que jamais esqueceu e sempre fez questão de deixar bem vincado nos seus livros mais autobiográficos.
Depois da infância passada em Alvito, Raul de Carvalho rumou, em plena década de 40, até Lisboa, onde se tornou frequentador do mítico café Martinho da Arcada. Foi lá que começou a contactar com grandes personalidades do meio literário da época, revelando igualmente uma enorme preocupação pela condição dos mais desfavorecidos. Raul de Carvalho assumiu então as afinidades que o ligavam ao movimento neo-realista e surrealista, tornando-se colaborador das revistas “Távola Redonda”, “Cadernos de Poesia” e “Árvore”, onde chegou a co-director entre os anos de 1951 e 1953. Em 1956 foi premiado com o “Prémio Simon Bolívar” no Concurso Internacional de Poetas de Siena (Itália) e a partir daí dedicou-se de corpo e alma à poesia, editando várias obras.
Raul de Carvalho morreu em 1984, a um dia de completar 64 anos de vida, no Hospital de São João, no Porto.

In CORREIOALENTEJO

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  • Anónimo

    Concordo em absoluto que o caminho não é por aí.

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