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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Organizar feiras

é uma tarefa complexa e difícil.

Mais difícil ainda quando se trata de feiras tradicionais, em que os feirantes têm regras próprias de organização e funcionamento que querem impor, organizadas no meio de povoações, com todos os problemas que provocam: incómodos para os residentes, dificuldades de circulação, insegurança.

É isso que se passa em Alvito com a Feira dos Santos.

Depois de algum esforço de organização e disciplina efectuado há uns anos, nos últimos anos tem-se vindo a registar uma progressiva desorganização, com a ocupação das ruas de entrada em detrimento de espaços no Rossio, impedimento de circulação em número crescente de ruas, etc.

Este ano a desorganização aumentou mais, com feirantes a instalarem-se nas ruas de acesso à Praça da República e ao Rossio, no fim-de-semana quando a Feira só começa amanhã. A falta de organização e disciplina, os incómodos e a falta de segurança começaram mais cedo e aumentaram.

Ou não deixavam os feirantes instalarem-se antes da data marcada ou aproveitavam para para melhorar a organização, uma vez que foram poucos os que anteciparam a sua instalação. Assim não!

Plano Municipal Participado em Aljustrel

A Câmara Municipal de Aljustrel volta a promover o Plano Municipal Participado, realizando reuniões nas freguesias do concelho de maneira a ouvir os anseios e as preocupações das populações e distribuindo um questionário para que os munícipes participem de forma activa na elaboração do Plano de Actividades da autarquia.

Segundo as declarações de José Godinho, este é um caminho longo que tem que ser percorrido porque há um "déficit" de participação, apesar de, em relação a anos anteriores, a presença e a intervenção das pessoas ter vindo a aumentar.

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    Não podes estar mais longe. O eterno e sempre à mã...

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