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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Com vinhos assim, o céu está mais perto

Excepcionais, invulgarmente excepcionais, são os tintos: Monte da Peceguina 2004; Malhadinha 2004; Pequeno João 2004 e Aragonês da Peceguina 2004. Nos dois primeiros tintos a casta Alicante Bouschet desempenha papel significativo, com destaque no Malhadinha, em que o Aragonês é igualmente relevante. Ora é justamente o varietal tinto Aragonês da Peceguina 2004, que nos revela a monumentalidade desta casta. Um vinho raro, único e grandioso. Também enorme é o Pequeno João, dominado pelo Cabernet Sauvignon e condimentado por Aragonês.

Com vinhos assim, o céu está mais perto. (Contactos: 289510460 - www.malhadinha-nova.pt  .

Escreveu José António Salvador, na Visão da semana passada.

Só faltava mais esta

Num texto, publicado no Diário de Noticias da passada Segunda-feira, Sérgio Palma Brito, assessor da administração do grupo empresarial IMOCOM, conclui que no anedotário alentejano, o aeroporto está para o século XXI como a praia de Messejana esteve para o Século passado, depois de afirmar que “sobre o plano de negócios do Aeroporto de Beja, tenho lido os devaneios mais extraordinários, mas, talvez por ser alentejano, não os consigo entender”.

Com amigos como este não precisamos de inimigos...

Estado vai vender terrenos agrícolas

O Estado prepara-se para vender 50 mil hectares de terrenos agrícolas espalhados um pouco por todo o país. Grande parte dessa área situada no Alentejo.

Castro e Brito, presidente da FAABA, afirmou, à Voz da Planície, que concorda com esta medida mas chama a atenção para a necessidade de haver a máxima clareza em todo o processo para que não apareçam “clientelas” como já aconteceu no passado. Ainda de acordo com Castro e Brito é positivo que se dê prioridade aos jovens agricultores porque este é um sector que precisa de ser rejuvenescido.

O presidente da AJAP teme que grande parte das terras que o Estado quer vender possam “ir parar às mãos” de agricultores espanhóis, o que será o reflexo da política europeia onde existe a livre circulação de pessoas e bens e, neste caso, a possibilidade dos investidores estrangeiros investirem nesta região, segundo Castro e Brito.

 

José Catalino responsável da DORBE do PCP afirmou, à Voz da Planície, que para já é preciso saber se o Ministro da Agricultura tem a correcta interpretação daquilo que é um “banco de terras". O PCP apresentou na AR, há já alguns anos, um projecto-lei nesse sentido.

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    Já tu estás bem identificado...

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