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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Extinção "anunciada" de autarquias

Logo após a tomada de posse,  o governo falou na de extinção de pequenas freguesias e municípíos.
Perante a oposição generalizada, então manifestada, o governo arrepiou caminho, assegurando que apenas seriam extintas pequenas freguesias, que seriam fundidas com outras, e sempre de acordo com elas.
Entretanto, a proposta de revisão da Lei das Finanças Locais prevê a redução, até 40% em 8 anos, das verbas transferidas do Orçamento de Estado para alguns municípios.
Ora, isto a concetizar-se traduzir-se-á na progressiva inviabilização económica de alguns municípios (os mais pequenos do Interior) até à sua extinção por asfixia.
Esta é a forma de actuar típica deste governo: sempre contra os pequenos, os mais carenciados, atacando-os à má fila, se não conseguir atacá-los de frente.
Alvito e os outros pequenos municípios, que dependem em larga medida do Orçamento de Estado, têm razões para estar preocupados quanto ao futuro e deveriam organizar, desde já , a resistência a esta ameaça.

Volta a Portugal chega amanhã a Beja

O pelotão de 18 equipas parte, amanhã, de Portimão, pelas 12.00 horas, para fazer o percurso da 1ª etapa até Beja, numa extensão de 186,5, com a 1ª meta volante em Loulé, a meta do prémio da montanha, numa contagem de 3ª categoria, em Barranco do Velho, a 2ª meta volante em Almodôvar, bonificação em Castro Verde e a chegada a Beja, instalada na Av. Salgueiro Maia.

“Os Verdes” visitaram Beja

Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes” esteve em Beja, tendo visitado o Parque Ambiental, onde criticou o tratamento de Resíduos Hospitalares Perigosos (RHP) e a recepção de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU).

Heloísa Apolónia, dirigente nacional de “Os Verdes”, afirmou que a incineradora do Hospital Júlio de Matos, “incinera resíduos perigosos (Grupo 4), mas também queima outros (Grupo 3) que deveriam ser sujeitos a autoclavagem e ficar inertes”, processo a realizar no Parque da AMALGA.

A gestão do aterro de Resíduos Industriais Banais (RIB), feito pela LENA Ambiente, mereceu forte reprovação de “Os Verdes”, porque tendo sido previsto para durar 10 anos, está ocupado em 1/ 4 da sua capacidade passados apenas2. “Tudo porque no aterro de RIB estão a ser depositados resíduos sólidos vindos de Cascais, Sintra e Oeiras, cujo aterro está esgotado”.

Quanto ao Projecto de Abastecimento de Água em Alta e Saneamento, apresentado pelos municípios alentejanos em 2000, num investimento de 30 milhões de euros, e que continua à espera de aprovação, Heloísa Apolónia recordou que o III GCA está no fim e a postura do Governo “é penalizar politicamente a opção daqueles que desrespeitaram a sua decisão da associação público/ privado”, acusou.

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