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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Cavaco encosta Sócrates à parede

O PR , no seu primeiro discurso na sessão comemorativa do 25 de Abril na AR, apontou a desertificação do Interior e a exclusão social como dois dos principais problemas nacionais que se acentuaram apesar dos progressos registados no país depois de 1974.

Quando alguns especulavam sobre a possibilidade do PR dar um puxão de orelhas aos deputados por faltarem às reuniões, impedindo votações e contribuindo para a descredibilização do Parlamento e outro ao governo por não conseguir travar a crise, como três relatórios de instituições diferentes vieram confirmar na última semana, Cavaco Silva passou ao de leve por esses problemas e concentrou o seu discurso nos problemas concretos que afligem o país e os portugueses.

É claro que ao apontar como solução para o problema da exclusão social um compromisso entre todas as forças políticas, económicas e sociais não fez mais do que manifestar uma boa intenção. Não referiu os responsáveis pelo problema nem apontou uma solução efectiva para ele. Limitou-se a apelar à consciência cívica de quem tem mostrado não a ter...

Foi um discurso que me parece não ter sido compreendido, principalmente, pelo Primeiro Ministro. Acho que este, ao contrário do contentamento que manifestou pelo facto do PR não o ter atacado directamente, deveria ter ficado preocupado porque o que o PR fez foi dizer que "não deve bater mais no ceguinho" e que é preciso que haja políticas que levem a uma melhor distribuição da riqueza e a uma maior justiça social, para cumprir Abril.  Isto é, o PR, eleito pelo centro-direita, diz ao PM, eleito por uma parte da esquerda, que deve governar mais à esquerda.

 

 

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