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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O Vaticano às voltas com os fantasmas da sexualidade

A Santa Sé avança com as regras para a admissão aos seminários e regras religiosas. De fora ficam todos os que tenham tendências homossexuais, tenham praticado actos homossexuais ou defendam a chamada «cultura gay».

A responsabilidade final na avaliação de cada candidato à ordenação cabe aos bispos, que de acordo com as indicações dos directores dos seminários, devem assegurar-se das qualidades do rapaz para ser padre, da sua maturidade e garantir que o mesmo não tem, segundo o texto, «distúrbios sexuais incompatíveis com a sua missão».

PERGUNTAS QUE A NOTÍCIA SUGEREM:

- Como é que os bispos fazem a avaliação?

- A Santa Sé não exclui os pedófilos, desde que não sejam homossexuais?

- A Santa Sé admite no seu seio quem tenha tendências sexuais ou, mesmo, praticado actos sexuais, desde que não sejam homossexuais?

- Porque é que só os candidatos a padre não podem ter “distúrbios sexuais incompatíveis com a sua missão”? Os que já são padres podem? Quais são os “distúrbios sexuais” compatíveis “com a sua missão”?

- Não seria melhor que, os dignitários da Igreja que tais regras definiram, exorcizassem todos os seus fantasmas sexuais, sejam eles homo ou hetero? Não seria melhor viverem a sua sexualidade com naturalidade?

Mário Soares defende desenvolvimento sustentável

Mário Soares inaugurou a sede de candidatura em Évora, no Domingo passado, tendo visitado a «Cozinha dos Ganhões», em Estremoz, e a «Feira do Montado», em Portel

«Comigo não se vai mexer nos Direitos, Liberdades e Garantias e haveres dos cidadãos!», afirmou, num discurso muito marcado pelas críticas às políticas neo-liberais e pela defesa do modelo social europeu.

A «globalização selvagem e desregulada vai levar o Mundo a grandes catástrofes», pelo que, acrescentou, é necessário um «desenvolvimento sustentável, com condições de perdurar e que respeite o ambiente».

Comentários recentes

  • Munhoz Frade

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