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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Soluços...

Zé LG, 10.04.05
... é o que tenho no acesso à internet, há dois ou três dias. A ligação é interrompida de dois em dois minutos, mais ou menos.
Será problema do computador ou da ligação telefónica? Um amigo falou-me do mesmo problema e atribuiu-o à PT. Será?

ALVITRANDO na Mais Alentejo

Zé LG, 10.04.05
Na edição nº 52, agora publicada, da revista Mais Alentejo publiquei o seguinte texto:

“ALVITRANDO porquê? – Porque alvitrar significa que se dão alvíssaras e eu quero dar alvíssaras, isto é, agradecer a quem quiser dar notícias, a quem quiser comunicar, a quem quiser trocar ideias sobre temas gerais e, em especial, sobre o Alentejo e o poder local.
Pela minha parte, irei dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que, pela sua pertinência ou oportunidade, achar que devem ser divulgados por esta via, que hoje decidi abrir.”
Com este artigo, vencendo algumas barreiras relativas às novas tecnologias, iniciei, no dia 14 de Janeiro de 2004, o meu blog: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/.
Ao longo destes 15 meses escrevi cerca de 250 artigos, todos devidamente identificados, que mereceram mais de 600 comentários. Não sei quantos visitas teve o alvitrando porque não tem contador.
Nos primeiros meses escrevi pouco e porque não divulguei o Blog quase não houve comentários. A seguir ao último verão, passei a escrever mais, registei o alvitrando na lista de blogs do Sapo e os meus artigos passaram a ser bastante comentados, sobretudo os referentes a Alvito ou ao PCP.
A partir do início de Março, avancei um pouco mais no uso destas tecnologias, passando a incluir fotografias em muitos dos meus artigos, o que deixou o Blog mais leve e atractivo.
Quando o alvitrando fez um ano, escrevi:
“Embora reconhecesse a importância da informática e da Internet sentia muitas resistências a utilizá-las.
O hábito de vários anos de expressar as minhas ideias e opiniões na comunicação social contribuiu decisivamente para criar este espaço, com a ajuda decisiva da minha companheira, visto que os meus conhecimentos informáticos são rudimentares.
… Acho que valeu a pena. Tem sido uma experiência enriquecedora. Os comentários (nem sempre agradáveis, alguns mesmo violentos) para isso muito têm contribuído. A forma como as pessoas abordam as questões, como, algumas vezes, preferem discutir as pessoas às ideias, o sentido que dão às opiniões expressas,... é interessante e serve para reflectir melhor sobre muita coisa.
Espero conseguir melhorar os meus conhecimentos da blogosfera para poder melhorar o ALVITRANDO, mantendo-o como espaço livre de debate de ideias.”
Hoje, por maioria de razão, considero que a gestão do Blog tem sido uma experiência rica por me ajudar a compreender melhor a sociedade da informação, o comportamento das pessoas, principalmente quando podem utilizar um meio como a Internet, que lhes permite o anonimato, e o que pensam sobre mim.
Isso só tem sido possível porque tenho gerido o alvitrando democraticamente. Para comprovar isso basta dizer que apenas apaguei 3 ou 4 comentários que punham em causa o bom-nome de terceiros, com acusações bastante graves a coberto do anonimato. Deixei ficar todos os restantes, mesmo quando bastante desagradáveis.
Alguns desses comentários põem em causa a minha coerência política, pelo que resolvi escrever o seguinte texto sobre o assunto, sob o título “(in)coerências”
“Sempre achei que uma coisa que dificulta o diálogo e o relacionamento entre as pessoas é a dificuldade que muitas têm de se concentrarem no que está em causa em cada momento e de trazerem tudo "ao barulho".
Por isso, sempre me esforcei por, em cada momento, saber o que é essencial. Assim, se está em discussão o funcionamento do meu partido manifesto o que penso sobre ele, mesmo que não seja simpático ou correcto no entender doutros camaradas, mas se está em causa uma batalha eleitoral concentro-me na defesa das posições do meu partido e procuro mostrar o que têm de errado ou perigoso os outros. Para mim discordar e procurar alterar o que considero que não está bem no meu partido não significa que esteja contra ele, antes pelo contrário.
Se algum dia chegar à conclusão que este partido já não corresponde às minhas expectativas de mudança da sociedade abandoná-lo-ei.
Aos que insistem em dizer o que devo fazer, em catalogar-me e em pôr-me rótulos recordo que o meu caminho é o que eu escolho e não o que eles escolhem.”
A gestão dos Blogs do SAPO deu destaque ao alvitrando, na sua página de entrada, de 14 a 17 de Março. O destaque, depois da apresentação do blog, concluía com um convite: “Visite e participe neste Blog, à semelhança de outros Blogs cujos autores estão no Alentejo, a qualidade dos conteúdos é exemplar.
Não perca tempo, passe pelo Alentejo e alvitre no alvitrando.”
Se tivesse criado o alvitrando à procura de reconhecimento este destaque teria realizado esse objectivo.
O que me levou a criar e a manter um blog foi, com escrevi no artigo de apresentação, o interesse e o prazer da troca de informações e do debate de ideias, que considero fundamentais para o conhecimento.
Dando sequência à crónica da Maria João Oliveira, publicada na última edição da Mais Alentejo, com estas impressões sobre a minha experiência “bloguista”, procurei também corresponder ao desafio de alguns amigos para que escrevesse sobre outros temas para além da política pura e dura, com a certeza de que a esta voltarei.

Limitação de mandatos

Zé LG, 08.04.05
O governo aprovou um projecto de lei limitando os mandatos (3 no máximo) do 1º Ministro, dos presidentes dos governos regionais e dos presidentes de câmaras. Agora terá de obter o apoio de 2/3 dos deputados e ser promulgada pelo PR para a lei passar a valer.
Embora não simpatize com a limitação da democracia, impondo por lei aquilo que os eleitores devem decidir, nem com o afastamento administrativo de autarcas que, apesar de permanecerem no lugar há vários mandatos, continuam a desenvolver um bom trabalho em prol das suas populações, parece-me que esta medida poderá contribuir para pôr fim a interesses instalados e a um certo caciquismo que começa a aparecer nalguns municípios.

Pirites Alentejanas...

Zé LG, 08.04.05
mina120.jpg
... vão reabrir, segundo garantia dada pela respectiva administração, que disse precisar de criar 200 postos de trabalho logo no início. É uma boa notícia, principalmente para quem nunca se conformou com o encerramento da mina: os trabalhadores, o sindicato, a câmara municipal e a população de Aljustrel. Mais uma vez se confirmou que vale a pena lutar quando se tem razão. Só é pena que a administração da Pirites Alentejanas não tenha indicado datas... Esperemos que se confirmem as garantias dadas.

Lavagem de roupa suja

Zé LG, 07.04.05
maqlavar[1].jpg
Há alguns leitores que aqui escrevem os seus comentários que parecem mais interessados em "lavar roupa suja" do que em debater ideias ou trocar informações. Continuarão a ser bem recebidos porque o Alvitrando e o seu autor, por mais que custe a alguns, é e continuará a ser um espaço de liberdade onde cada um poderá comentar o que quizer desde que não ofenda terceiros. O 25 de Abril e as novas tecnologias também se fizeram para isto...

Igualdade de oportunidades

Zé LG, 07.04.05
O Distrito de Beja vai ter um espaço para a igualdade de oportunidades. O projecto, apresentado pela ESDIME, foi agora aprovado pela comissão para a igualdade dos direitos das mulheres e deverá começar a ser aplicado a partir do próximo mês de Maio, em
Almodôvar. A ideia é criar um espaço e uma agenda de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.

Além do Papa...

Zé LG, 05.04.05
... há vida, embora não pareça para quem vê os telejornais.
Não tenho (e nunca senti necessidade de ter) fé em qualquer deus. Não me sinto, por isso, superior ou inferir a quem tem. Respeito os que têm fé tal como os que não têm.
Não aprecio especialmente a instituição igreja.
Não há dúvida que o Papa, que agora morreu, vai ficar na História, mas pode-se ter dúvidas se será pelas melhores razões. Só daqui a algumas décadas se saberá...

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