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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

(des)acordos

Em democracia os acordos entre partidos são uma prática normal. Naturalmente discutíveis, em termos políticos.
Nenhum partido pode pretender o exclusivo desses acordos para si.
Isto vem a propósito das acusações que o PS faz à CDU, ou ao PCP, de fazer acordos com o PSD.
Embora, pessoalmente, ache que os acordos naturais do PCP são com o PS e com o BE, entendo que não podem ser de rejeitar outros acordos, designadamente com o PSD, se aqueles não forem possíveis e de os superiores interesses das populações a isso obrigarem.
Recordo o que se passou depois das últimas autárquicas em Alvito. Como não houve maioria absoluta em nenhum dos órgãos autárquicos, a CDU propôs ao PS acordos para todos os órgãos. O PS aceitou esse acordo na Freguesia de Vila Nova da Baronia, ganha pela CDU, e fez acordos com o PSD na freguesia de Alvito e na Assembleia Municipal, de maioria PS.
Recordo ainda que o PS já fez acordos com todos os partidos.
Será que, apesar disso, ainda se sente com autoridade para pretender evitar acordos entre os outros partidos, quando se recusa a participar nesses acordos?

AMBAAL

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A Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral foi finalmente criada na semana passada, sucedendo, por força da lei, à AMDB.
Os órgãos sociais não foram eleitos porque os municípios não chegaram a acordo.
Entretanto, José Raul dos Santos e António Paiva trocaram "mimos" nas rádios locais sobre a falta de entendimento.
A propósito, volto a afirmar o que tantas vezes tenho dito e escrito: uma associação de municípios para além de ter um funcionamento democrático tem que assegurar os maiores consensos entre os municípios associados para que possa alcançar os seus objectivos. Se, pelo contrário, qualquer maioria conjuntural pretender impor a sua vontade os municípios "vencidos" poderão auto-excluir-se e inviabilizando os projectos em causa.
Por isso impõe-se ponderação, bom senso e procura de convergências e consnsos. Os projectos que a Associação tem em mãos ou em que participa exige-o para bem da região.

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